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Home Justiça

PDT pede anulação de eleição na Alerj ao STF por voto aberto

Por Otávio Gois
21 de abril de 2026
em Justiça
PDT pede anulação de eleição na Alerj ao STF por voto aberto

© Thiago Lontra/ALERJ

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O Partido Democrático Trabalhista (PDT) protocolou uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (20 de maio) para anular a eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), realizada na última sexta-feira (17 de maio). A ação contesta a forma de votação, que ocorreu de maneira aberta, em meio a uma complexa disputa pela sucessão do governo fluminense. O Resumo explica e descomplica para você.

PDT Contesta Eleição da Alerj no STF

A ação, assinada pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, busca a declaração de inconstitucionalidade do voto nominal aberto para a eleição da mesa diretora da Alerj, defendendo que o pleito deveria ter sido secreto. A legenda argumenta que a condução do processo, sob evidente instabilidade institucional, violou preceitos fundamentais da Constituição Federal.

Confira os detalhes da contestação:

– Partido acionante: PDT

– Instituição acionada: Supremo Tribunal Federal (STF)

– Objeto da ação: Anulação da eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)

– Data da eleição: Última sexta-feira, 17 de maio de 2024

– Data do protocolo: Esta segunda-feira, 20 de maio de 2024

– Presidente eleito: Deputado Douglas Ruas (PL), com 44 votos a favor e uma abstenção entre 45 parlamentares presentes

– Instrumento legal: Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF)

– Alegação principal: Inconstitucionalidade do voto nominal aberto por violação aos princípios republicanos, separação de poderes, moralidade e simetria federativa.

O que isso muda na prática: A decisão do STF sobre esta ADPF pode anular a eleição de Douglas Ruas, exigindo um novo pleito na Alerj sob a modalidade de voto secreto. Isso impactaria diretamente a legitimidade da nova mesa diretora e alteraria o cenário político estadual, especialmente no que tange à complexa linha sucessória do governo do Rio de Janeiro.

Contexto da Conturbada Sucessão no Governo do Rio

A eleição da Alerj e a ação do PDT se inserem em um contexto de indefinição na linha sucessória do governo do Rio de Janeiro. A situação atual é marcada por um vácuo de poder após eventos recentes:

– Renúncia do ex-governador Cláudio Castro em março, que o tornou inelegível até 2030, conforme decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

– Saída do vice-governador Thiago Pampolha, que assumirá um cargo no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em 2025.

– Licença do então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, cuja cassação como ex-deputado foi mantida pelo próprio STF.

Com esse cenário, o presidente eleito da Alerj, Douglas Ruas, poderia ser conduzido ao cargo de governador interino até 31 de dezembro deste ano, caso o Supremo Tribunal Federal confirme o entendimento sobre eleições indiretas.

STF Analisa Eleições Indiretas e Suspende Julgamento

Paralelamente à Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) do PDT, o Supremo Tribunal Federal já analisava uma ação do Partido Social Democrático (PSD) que defendia eleições diretas para o comando interino do estado. Embora o plenário tenha formado maioria a favor das eleições indiretas para o mandato-tampão do governador fluminense, o julgamento foi suspenso.

Principais pontos da análise do STF:

– Ação: Proposta pelo PSD, sobre a modalidade de eleição para o governador interino.

– Entendimento parcial: Formação de maioria a favor das eleições indiretas.

– Suspensão: Por pedido de vista do ministro Flávio Dino, sem data definida para retomada da análise.

O que isso muda na prática: Enquanto o julgamento estiver suspenso, a indefinição persiste. O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, continuará exercendo interinamente o cargo de governador do estado. A decisão final do STF não só definirá o futuro governador, mas também o papel da Alerj e, consequentemente, a importância da ação do PDT sobre a eleição de sua presidência.

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