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Home Saúde

SUS Adota Tecnologia DNA Para Diagnosticar Doenças Raras em 6 Meses

Por Gabi Gaspar
27 de fevereiro de 2026
em Saúde
SUS Adota Tecnologia DNA Para Diagnosticar Doenças Raras em 6 Meses

© Joédson Alves/Agência Brasil

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O Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou uma tecnologia revolucionária para acelerar e aprimorar o diagnóstico de doenças raras. A nova plataforma de sequenciamento completo de DNA, ofertada na rede pública, promete atender até 20 mil demandas anuais e reduzir o tempo de espera para um diagnóstico de sete anos para apenas seis meses. O Resumo explica e descomplica para você.

Tecnologia Inovadora Acelera Diagnóstico no SUS

O Ministério da Saúde fez o anúncio oficial desta importante iniciativa nesta quinta-feira (26 de outubro de 2023), durante um evento em Brasília. A medida visa beneficiar as aproximadamente 13 milhões de pessoas que convivem com doenças raras no Brasil.

Os dados técnicos da nova oferta incluem:

– Exame ofertado: Sequenciamento completo do exoma, que no mercado privado custaria cerca de R$ 5 mil.

– Custo no SUS: R$ 1,2 mil, resultado de um investimento inicial de R$ 26 milhões.

– Redução no tempo de diagnóstico: De uma média de sete anos para seis meses.

O que isso muda na prática: A agilidade no diagnóstico é crucial para o início precoce do tratamento, melhorando significativamente a qualidade de vida dos pacientes e suas famílias, além de reduzir a jornada exaustiva por respostas médicas.

Ampliação do Acesso e Investimento Estratégico

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que assinou a habilitação dos novos serviços, destacou a importância de o país conquistar autonomia em pesquisa, produção e tratamento de doenças raras. Segundo ele, a ampliação dos serviços para estados que antes não possuíam atendimento especializado garante um acesso mais democrático e próximo à população.

Natan Monsores, coordenador de Doenças Raras do Ministério, detalhou o fluxo de acesso e os resultados iniciais:

– Encaminhamento: Pacientes atendidos em serviços de referência ou identificados na triagem neonatal podem ser encaminhados para os polos de sequenciamento.

– Eficácia inicial: Em 90 dias de operação, a ferramenta já realizou 412 testes de sequenciamento, com 175 laudos concluídos.

– Expansão: A meta é expandir a rede para todas as unidades da federação até abril de 2026.

O que isso muda na prática: A ampliação da rede de atendimento e a precisão diagnóstica proporcionam aos médicos geneticistas, neurologistas e pediatras uma ferramenta essencial para fechar diagnósticos complexos, facilitando o manejo clínico e a intervenção terapêutica.

Simples Coleta e Precisão Diagnóstica

A coleta do material para o sequenciamento é feita de forma simples e pouco invasiva, podendo ser realizada com um cotonete na parte interna da bochecha ou por meio de uma amostra de sangue, enviadas posteriormente aos laboratórios. Monsores ressalta a alta precisão da resolução diagnóstica.

Este método permite um avanço significativo no diagnóstico de diversas condições, incluindo:

– Deficiências intelectuais.

– Condições que implicam atraso no desenvolvimento global de crianças.

– Uma vasta diversidade de condições genéticas que podem afetar crianças.

Avanços e Desafios para Pacientes com Doenças Raras

Além do sequenciamento de DNA, o Ministério da Saúde anunciou a oferta de uma terapia gênica inovadora para crianças com Atrofia Muscular Espinhal (AME), uma doença letal se não tratada em tempo hábil. Crianças que recebem essa terapia têm a progressão da condição interrompida, mostrando o compromisso do SUS com tratamentos de ponta.

Representantes de pacientes presentes no evento celebraram os avanços, mas também apontaram desafios futuros:

– Maria Cecília Oliveira, presidente da Associação dos Familiares, Amigos e Pessoas com Doenças Graves, Raras e Deficiências (AFAPDEG), expressou esperança no impacto positivo do programa.

– Lauda Santos, presidente da Associação Maria Vitória de Doenças Raras e Crônicas (Amaviraras) e vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), destacou a importância da divulgação dessas informações aos pacientes e a necessidade de fortalecer as entidades de apoio, lamentando a alta carga tributária sobre medicamentos.

Tags: diagnósticodoenças rarassequenciamentoSUSTecnologia
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