O Resumo
  • Home
  • Brasil
    • Rio
  • Cultura
  • Economia
  • Curiosidades
  • Entretenimento
  • Justiça
  • Mercado
  • Política
  • Tecnologia
No Result
View All Result
  • Home
  • Brasil
    • Rio
  • Cultura
  • Economia
  • Curiosidades
  • Entretenimento
  • Justiça
  • Mercado
  • Política
  • Tecnologia
No Result
View All Result
O Resumo
No Result
View All Result
Home Mundo

Reforma trabalhista de Milei: Argentina aprova 12h e limita greve

Por Élcio Jardim
20 de fevereiro de 2026
em Mundo
Reforma trabalhista de Milei: Argentina aprova 12h e limita greve

© REUTERS/Irina Dambrauskas/Proibida reprodução

Compartilhe no WhatsApp

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nesta sexta-feira (20) a polêmica reforma trabalhista do governo Javier Milei. As novas regras preveem a ampliação da jornada de trabalho e restrições ao direito de greve, gerando profundo debate sobre o impacto nos trabalhadores e no cenário político do país. O Resumo explica e descomplica para você.

Reforma de Milei é aprovada e alvo de críticas

O projeto de reforma trabalhista, que segue para o Senado, é visto por críticos como uma medida para aumentar a lucratividade dos empregadores e reduzir o poder de negociação dos trabalhadores, sem efetivamente gerar empregos, como afirma o governo argentino. Esta é a avaliação de Matías Cremonte, presidente da Associação Latino-Americana de Advogados e Advogadas Trabalhistas, que também assessora cinco sindicatos do país.

O que isso muda na prática: A análise do especialista aponta que a legislação trabalhista, por si só, não tem impacto direto na criação ou destruição de empregos, que dependem da política econômica geral. A reforma, segundo ele, visa concentrar mais poder nas mãos dos empregadores, em detrimento dos direitos dos trabalhadores, impactando a segurança no trabalho e a estabilidade.

Entenda os pontos centrais da nova lei trabalhista

A reforma trabalhista, aprovada na Câmara dos Deputados nesta sexta-feira (20), introduz mudanças significativas nas relações de trabalho na Argentina:

– Ampliação da jornada diária de trabalho de 8 para 12 horas, desde que haja 12 horas de descanso entre uma jornada e outra.

– Criação do banco de horas, permitindo que horas extras sejam compensadas em outro período de trabalho, e não necessariamente pagas em dinheiro.

– Limitação da realização de greves, com a ampliação das atividades consideradas essenciais.

O que isso muda na prática: Essas alterações impactam diretamente a rotina e os direitos do trabalhador argentino, redefinindo o conceito de jornada, a compensação financeira por horas excedentes e a capacidade de organização sindical e de mobilização para reivindicações, com potencial impacto no bolso do trabalhador.

Nova jornada: Como funciona o banco de horas de 12 horas

A nova lei permite que a jornada de trabalho seja organizada com base em um banco de horas por períodos mais longos, como um mês, e não apenas por dia ou semana. Isso significa que a empresa pode instruir o funcionário a trabalhar horas variáveis diariamente, desde que o total mensal respeite um limite.

– Se o trabalhador atingir um total de 192 horas no mês, o limite semanal de 48 horas pode ser flexibilizado, permitindo que ele trabalhe 50 horas em uma semana e 40 em outra, por exemplo.

– A lei estabelece um período de descanso obrigatório de 12 horas entre o fim de uma jornada e o início da próxima.

– O limite de 35 horas semanais ininterruptas de descanso, geralmente entre o sábado à tarde e o domingo, é mantido.

O que isso muda na prática: Essa flexibilidade pode levar a jornadas de trabalho mais concentradas em alguns dias ou semanas, com o trabalhador tendo que compensar horas em outros períodos, o que afeta a previsibilidade e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, impactando a segurança e o bem-estar.

Reforma de Milei restringe direito à greve

A reforma trabalhista de Javier Milei propõe uma significativa mudança na regulamentação do direito à greve. Atualmente, na Argentina, as greves só são limitadas em serviços essenciais, que incluem:

– Serviços de saúde (hospitais).

– Produção, distribuição e transporte de água potável, eletricidade e gás natural.

– Controle de tráfego aéreo.

A nova legislação pretende ampliar a lista de atividades consideradas essenciais, o que na prática dificultará a organização de paralisações em outros setores.

O que isso muda na prática: A ampliação da lista de serviços essenciais pode enfraquecer o poder de negociação dos sindicatos e a capacidade dos trabalhadores de exercerem o direito de greve como forma de pressão por melhores condições, afetando a dinâmica das relações trabalhistas no país e a segurança jurídica para mobilizações.

Postagem anterior

Moraes estende prazo para Rio entregar imagens de operação letal

Próxima postagem

PMs acusados de matar delator do PCC vão a júri popular em junho

Próxima postagem
PMs acusados de matar delator do PCC vão a júri popular em junho

PMs acusados de matar delator do PCC vão a júri popular em junho

Rádio Nacional: 90 Anos Conectando o Brasil com Voz Pura

Rádio Nacional: 90 Anos Conectando o Brasil com Voz Pura

6 de abril de 2026
Auxílio Reconstrução: Famílias de MG Validam Dados para R$ 7,3 Mil

Auxílio Reconstrução: Famílias de MG Validam Dados para R$ 7,3 Mil

6 de abril de 2026
Corinthians Demite Dorival Júnior Após Derrota no Brasileirão

Corinthians Demite Dorival Júnior Após Derrota no Brasileirão

6 de abril de 2026
Irã Desafia Ultimato de Trump e Recusa Condições Para Ormuz

Irã Desafia Ultimato de Trump e Recusa Condições Para Ormuz

6 de abril de 2026
Páscoa 2026: 57 mortos e 814 feridos em acidentes nas rodovias

Páscoa 2026: 57 mortos e 814 feridos em acidentes nas rodovias

6 de abril de 2026
EUA e Israel atacam principal universidade de tecnologia do Irã

EUA e Israel atacam principal universidade de tecnologia do Irã

6 de abril de 2026

O Resumo é um portal jornalístico digital que reúne notícias do Brasil e do mundo, com foco em explicar, contextualizar e resumir os temas mais relevantes do cotidiano de forma clara, acessível e responsável.

O portal integra o Grupo NRB de Comunicação e é operado pela NRB EDITORA LTDA (CNPJ 21.554.570/0001-01), com sede em Niterói (RJ). O compromisso editorial do O Resumo é com a informação de interesse público, a clareza jornalística e o respeito ao leitor.

Para conhecer nossos princípios editoriais, critérios jornalísticos e políticas institucionais, convidamos o leitor a acessar as páginas Quem Somos, Linha Editorial, Transparência Editorial, Política de Privacidade, Termos de Uso, Política de Correções e Contato. Esses conteúdos reforçam nosso compromisso com a informação responsável, a ética jornalística e a transparência na relação com o público.

  • Quem Somos
  • Linha Editorial
  • Transparência Editorial
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Política de Correções
  • Contato
  • NRB

O Resumo © 2026 Todos os direitos reservados.

No Result
View All Result
  • Brasil
    • Rio
  • Cultura
  • Curiosidades
  • Economia
  • Entretenimento
  • Justiça
  • Mercado
  • Política
  • Tecnologia

O Resumo © 2026 Todos os direitos reservados.