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Professores protestam contra uso de escola em filme que critica Paulo Freire em SP

Por Élcio Jardim
19 de abril de 2026
em Notícias
Professores protestam contra uso de escola em filme que critica Paulo Freire em SP

Agência Brasil

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Professores, pais e parlamentares realizaram neste sábado (18) em São Paulo um ato contra o uso da EMEI Patrícia Galvão em filme. A obra da Brasil Paralelo é acusada de difamar a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira, gerando amplo debate sobre o tema. O Resumo explica e descomplica para você.

Manifestantes Repudiam Uso de Escola Pública em SP

Neste sábado (18), a Praça Roosevelt foi palco de uma aula pública e manifestação. O ato, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Patrícia Galvão (Pagu), reuniu professores, pais de alunos, sindicatos e parlamentares. O objetivo foi repudiar a utilização da Emei para a gravação do filme “Pedagogia do Abandono”, da produtora Brasil Paralelo. Os manifestantes acusam a obra de difamar a educação pública e o educador Paulo Freire, patrono da Educação Brasileira. A produtora, conhecida por conteúdos de extrema-direita, já teve colaboradores tornados réus no Ceará por suspeita de campanha de ódio contra Maria da Penha, em um caso anterior.

O uso de espaços públicos para produções audiovisuais, especialmente com temas sensíveis, levanta questionamentos sobre a curadoria e a transparência das autorizações concedidas, impactando a percepção da comunidade sobre as instituições públicas de ensino.

Direção da EMEI Contesta Uso e Intenção da Produtora

Sandra Regina Bouças, diretora da Emei Patrícia Galvão, utilizou suas redes sociais para questionar a produção, embora não tenha concedido entrevista à imprensa. Em carta, ela revelou ter sido surpreendida na noite anterior à gravação ao descobrir que a Brasil Paralelo era a produtora responsável. A diretora suspeita que o projeto visa “destruir a educação pública” e sugerir a “terceirização/privatização da Educação Infantil como solução para uma educação de qualidade”. A gravação, vale ressaltar, foi autorizada pela Prefeitura de São Paulo.

A controvérsia expõe falhas na comunicação entre a administração municipal e a direção das escolas, gerando desconfiança e questionamentos sobre os processos de autorização para filmagens em instituições educacionais.

Especialistas e Pais Alertam para Impacto Negativo

A professora Denise Carreira, da Faculdade de Educação da USP (FEUSP) e educadora popular, alertou que a produção da Brasil Paralelo visa enfraquecer políticas públicas de cunho social, racial e de gênero. Ela reforçou a necessidade de defender uma “escola democrática” que promova uma educação transformadora baseada no pensamento de Paulo Freire. Eduarda Lins, mãe de uma aluna da Emei, expressou sua indignação com a prefeitura por ceder um espaço público a uma empresa “com fins, no mínimo, obscuros”, destacando que a produtora já está sendo investigada pelo Ministério Público.

O episódio mobiliza a comunidade acadêmica e os pais de alunos, reforçando a defesa da educação pública e dos valores pedagógicos de Paulo Freire, e instiga a sociedade a monitorar o uso de recursos públicos.

Spcine Esclarece Processo de Autorização para Filmagens

A Spcine, responsável por receber e processar pedidos de filmagem no município, informou que a autorização para a gravação na Emei Patrícia Galvão foi concedida após análise técnica da SP Film Commission. O procedimento, segundo o órgão, é padrão e foi aplicado a outras 253 solicitações até o momento em 2026, e a mais de mil gravações autorizadas em 2025. A Spcine ressaltou que a verificação de aspectos legais, como uso de imagem e participação de menores, é de responsabilidade exclusiva dos produtores. A Agência Brasil tentou contato com a produtora Brasil Paralelo, mas não obteve resposta.

A postura da Spcine destaca a burocracia na concessão de alvarás de filmagem, mas também levanta a discussão sobre a responsabilidade do poder público em verificar o conteúdo e a idoneidade das produtoras que utilizam espaços públicos.

Tags: Brasil ParaleloEducação PúblicaEscola PúblicaFilmePaulo Freire
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