O BTG Pactual Asset Management lançou nesta quarta-feira (2) o DINF11, um novo ETF de infraestrutura que combina ações e debêntures incentivadas. Este fundo de índice oferece isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas e já conta com um aporte de R$ 200 milhões do BNDES, facilitando o acesso a investimentos sólidos no setor.
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O que é o DINF11 e como funciona
O DINF11 é o primeiro ETF híbrido do setor de infraestrutura no Brasil, replicando o Índice Teva Infraestrutura Híbrido. Sua carteira é composta por 80% em ações de empresas de energia elétrica, saneamento e concessões rodoviárias, e 20% em debêntures incentivadas ou Tesouro IPCA+. Entre as 16 ações de estreia estão Axia (AXIA3), Motiva (MOTV3) e Allos (ALOS3), além de mais de 230 papéis de debêntures. Uma cota pode ser adquirida a partir de R$ 10 na B3.
Vantagens para o investidor
Este ETF permite diversificação com baixo aporte, especialmente em debêntures incentivadas, que oferecem isenção de Imposto de Renda para pessoa física. A estrutura do fundo limita o peso de um único emissor a 3,33% e de uma ação a 10%, mitigando riscos. Além do potencial de valorização e dividendos das ações, as debêntures pagam juros, com todos os rendimentos sendo reinvestidos no próprio portfólio. O DINF11 também se destaca pela ausência de IOF e de come-cotas.
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Custos e acesso ao ETF
A taxa de administração anual do DINF11 é de 0,20%. Há cobrança de Imposto de Renda de 15% sobre o lucro na venda das cotas, com retenção direta na fonte. O fundo está disponível tanto para investidores pessoas físicas quanto institucionais, ampliando o acesso a um segmento estratégico da economia brasileira.
Com o lançamento do DINF11, o BTG Pactual reforça sua aposta no crescimento dos ETFs no Brasil, oferecendo uma nova via para investidores financiarem o desenvolvimento nacional em setores essenciais, com a segurança de um portfólio diversificado e o suporte do BNDES.