A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), em parceria com o Instituto Maria da Penha (IMP), abriu inscrições para um curso online e gratuito destinado a professores da rede pública de ensino. Com prazo final em 13 de junho, a formação sobre educação em gênero e direitos humanos é uma iniciativa de relevância nacional para a capacitação de educadores. O Resumo explica e descomplica para você.
Inscrições Abertas e Detalhes da Formação Essencial
O curso “Maria da Penha: Educação em Direitos Humanos nas Escolas” é uma oportunidade para docentes de todo o Brasil aprimorarem seus conhecimentos sobre temas cruciais para o desenvolvimento de uma cultura de paz e respeito nas instituições de ensino.
– Público-alvo: Professoras e professores da rede pública de ensino.
– Prazo para inscrição: Até o dia 13 de junho.
– Instituições envolvidas: Centro Interdisciplinar de Estudos de Gênero (Cieg Dandara), da Unilab, e o Instituto Maria da Penha (IMP).
– Modalidade: On-line e gratuita, com 270 vagas distribuídas entre todas as unidades federativas.
– Carga horária: 180 horas.
O que isso muda na prática: A capacitação direta de 270 professores em todo o Brasil significa um avanço significativo na prevenção e identificação de violências de gênero no ambiente escolar, promovendo um ambiente mais seguro e igualitário para milhares de estudantes.
Impacto na Educação e Apoio Governamental
A iniciativa visa equipar os educadores com ferramentas pedagógicas para abordar a igualdade de gênero e os direitos humanos, impactando diretamente a formação de novas gerações conscientes e respeitosas.
– Temas abordados: Cultura de paz, igualdade de gênero, prevenção e identificação de violências de gênero.
– Apoio institucional: Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação (MEC).
– Parte do programa: Rede Nacional de Formação Continuada de Professores da Educação Básica (Renafor).
O que isso muda na prática: Com o endosso do MEC e a integração ao Renafor, o curso ganha abrangência e legitimação, fortalecendo as políticas públicas de educação em direitos humanos e gênero e contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa.