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Home Justiça

Dias Toffoli deixa relatoria do caso Master no STF

Por Julio Cesar de Castro
12 de fevereiro de 2026
em Justiça
Dias Toffoli deixa relatoria do caso Master no STF

© ASCOM/STF

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli deixou, nesta quinta-feira (12), a relatoria do caso envolvendo o Banco Master após reunião com os demais integrantes da Corte. A decisão ocorreu depois da apresentação de relatório da Polícia Federal com menções ao ministro em mensagens do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. O processo será redistribuído por sorteio. O Resumo explica e descomplica para você.


O que aconteceu na reunião do STF

A reunião foi convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, e durou cerca de três horas.

Ao final:

  • Toffoli pediu o envio dos autos para redistribuição.
  • Os demais dez ministros divulgaram nota pública.
  • A Corte afirmou que não há suspeição ou impedimento do ministro.
  • Foi reconhecida a validade de todos os atos já praticados.

A Presidência agora fará o sorteio do novo relator.


O que diz a nota dos ministros

Os magistrados afirmaram que:

  • Não é caso de arguição de suspeição.
  • Os atos de Toffoli permanecem válidos.
  • O pedido de redistribuição partiu do próprio ministro.
  • Houve apoio pessoal e institucional ao colega.

Segundo o comunicado, a decisão considerou “os altos interesses institucionais” do Supremo.

BOX EDUCATIVO

Toffoli saiu do caso Master: o que isso muda (e o que não muda)

Entenda por que o STF redistribuiu o processo e quais são os próximos passos.

O que aconteceu

Após reunião no STF para apresentação de relatório da Polícia Federal com menções a Dias Toffoli, o ministro pediu que os autos do caso Banco Master fossem enviados para livre redistribuição. Um novo relator será definido.

Tradução: Toffoli deixou de ser o responsável por conduzir o caso, mas o processo continua.

O que NÃO muda

  • A investigação segue em andamento.
  • Atos já praticados na relatoria permanecem válidos.
  • Prazos e pedidos feitos à PF e à PGR continuam valendo.
  • O caso não é “anulado” por causa da troca de relator.

O que MUDA, na prática

  • Outro ministro passa a decidir sobre diligências e próximos passos.
  • A condução do caso pode ganhar novo ritmo e novas prioridades.
  • Decisões futuras passam a levar a assinatura do novo relator.

Por que o STF divulgou uma nota?

Dez ministros divulgaram um comunicado dizendo que, pelo que consta nos autos, não há suspeição ou impedimento de Toffoli e que todos os atos dele no caso permanecem válidos. A nota também registra apoio pessoal ao ministro e afirma que ele atendeu a pedidos da PF e da PGR.

Dicionário rápido: suspeição, impedimento e redistribuição

Suspeição

Quando há dúvida sobre imparcialidade por relação pessoal, interesse ou circunstância prevista em lei.

Impedimento

Situação objetiva e prevista em lei que obriga o juiz/ministro a não atuar no caso.

Redistribuição

Troca do relator para outro ministro, mantendo o processo e seus atos válidos.

Próximos passos (o que esperar)

  1. Definição do novo relator pelo STF.
  2. Revisão do andamento do caso e dos pedidos já feitos.
  3. Continuidade das apurações e eventual relatório final da PF.
  4. Novas decisões do relator sobre medidas, diligências e encaminhamentos.

Importante: o conteúdo do relatório citado está sob sigilo, então detalhes podem demorar a aparecer publicamente.

Perguntas rápidas (clique e abra)

Isso significa que Toffoli admitiu irregularidade?

Não. A redistribuição pode ocorrer por razões institucionais, para reduzir ruído e preservar a confiança pública.

O caso “recomeça do zero” com um novo relator?

Não. O STF informou que os atos já praticados são válidos e o processo segue.

Quando saberemos quem será o novo relator?

O nome depende dos trâmites internos de redistribuição/sorteio. Assim que definido, o ministro passa a assinar as decisões do caso.

O Resumo: este box organiza informações públicas do episódio. Atualizações podem ocorrer conforme a redistribuição do processo e novos atos processuais.


Por que Toffoli estava sob pressão?

A crise começou após a PF enviar relatório com menções ao nome do ministro encontradas no celular de Vorcaro.

Além disso, vieram à tona informações de que:

  • A empresa Maridt, da qual Toffoli é sócio, vendeu participação no resort Tayayá.
  • Parte dessa participação foi adquirida por fundo ligado ao cunhado de Vorcaro.
  • O fundo Arleen é administrado por gestora investigada no caso Master.

Toffoli afirmou:

  • Que declarou todos os valores à Receita Federal.
  • Que não recebeu recursos de Vorcaro.
  • Que virou relator quando a empresa já não integrava o grupo do resort.
Tayayá Resort/Divulgação

Entenda o Caso Master

O que está sendo investigado?

O inquérito apura possíveis irregularidades financeiras envolvendo:

  • O Banco Master
  • Fundos de investimento ligados à instituição
  • Tentativa de negociação com o Banco de Brasília (BRB)

O caso foi enviado ao STF após menção a autoridade com foro privilegiado.


Qual era o papel de Toffoli?

Toffoli foi escolhido relator por sorteio.

Como relator, ele:

  • Centralizou os inquéritos relacionados.
  • Determinou diligências.
  • Fixou prazos para a PF.

Agora, outro ministro assumirá essas atribuições.


O que muda com a redistribuição?

Na prática:

✔ O processo continua normalmente.
✔ Todos os atos anteriores seguem válidos.
✔ Um novo relator será sorteado.
✔ A investigação da PF segue em andamento.

A decisão busca reduzir questionamentos sobre imparcialidade e preservar a imagem institucional do STF.


A base jurídica da decisão

A nota dos ministros cita:

  • Art. 107 do Código de Processo Penal.
  • Art. 280 do Regimento Interno do STF.
  • Art. 21, III, do RISTF (faculdade do ministro de submeter questões à Presidência).

Ou seja: a saída ocorreu por iniciativa do próprio Toffoli, não por decisão de afastamento.


Por que isso é relevante nacionalmente?

O caso envolve:

  • Um ministro da Suprema Corte.
  • Um banco privado sob investigação.
  • Debate sobre conflito de interesse.
  • Pressão política e institucional.

Em momentos de tensão institucional, decisões como essa buscam reforçar a confiança pública na Justiça.


Resumo do momento

  • Toffoli deixa a relatoria.
  • STF declara que não há suspeição.
  • Novo relator será sorteado.
  • Investigação do Banco Master continua.

Leia a íntegra da nota

“Os dez Ministros do Supremo Tribunal Federal, reunidos em 12 de fevereiro de 2026, considerando o contido no processo de número 244 AS, declaram não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição, em virtude do disposto no art. 107 do Código de Processo Penal e no art. 280 do Regimento Interno do STF.

Reconhecem, assim, a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli na relatoria da Reclamação n. 88.121 e de todos os processos a ela vinculados por dependência.

Expressam, neste ato, apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento. Anote-se que Sua Excelência atendeu a todos os pedidos formulados pela PF e PGR.

Registram, ainda, que a pedido do Ministro Dias Toffoli, levando em conta a sua faculdade de submeter à Presidência do Tribunal questões para o bom andamento dos processos (RISTF, art. 21, III) e considerados os altos interesses institucionais, a Presidência do Supremo Tribunal Federal, ouvidos todos os Ministros, acolhe comunicação de Sua Excelência quanto ao envio dos feitos respectivos sob a sua Relatoria para que a Presidência promova a livre redistribuição.“

Assinam:

  • Luiz Edson Fachin, Presidente
  • Alexandre de Moraes, Vice-Presidente
  • Gilmar Mendes
  • Cármen Lúcia
  • Dias Toffoli
  • Luiz Fux
  • André Mendonça
  • Nunes Marques
  • Cristiano Zanin
  • Flávio Dino
Tags: BrasilJustiça
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