📌 O RESUMO DA NOTÍCIA:
Recomendado para você
- O dólar comercial fechou a R$ 5,196, com alta de 0,62% na sexta-feira.
- A valorização foi impulsionada por declarações do Federal Reserve (Fed) sobre o combate à inflação nos EUA.
- O Ibovespa registrou a oitava alta seguida, subindo 0,30% no dia.
- Mercado espera corte da Taxa Selic no Brasil para 13,75% em setembro.
A moeda americana encerrou a semana em alta, aproximando-se de R$ 5,20, após o presidente do Federal Reserve (Fed) indicar uma postura mais firme contra a inflação nos Estados Unidos. Essa sinalização impactou os mercados globais, enquanto a bolsa brasileira demonstrou resiliência.
Dólar e a postura do Fed
O dólar à vista fechou em R$ 5,196, com alta de 0,62% na sexta-feira (28), acumulando 1,06% de valorização na semana. A subida refletiu o discurso de Kevin Warsh, presidente do Fed, que reforçou a necessidade de combater a inflação nos EUA, aumentando as expectativas de alta de juros em setembro. Essa perspectiva fortaleceu o dólar e elevou os rendimentos dos títulos do Tesouro americano, como o de dois anos, que atingiu 4,35%. Para mais informações sobre a política monetária do Fed, consulte o site oficial do Federal Reserve.
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Ibovespa e mercado de trabalho no Brasil
Apesar da turbulência externa, o Ibovespa, principal índice da B3, registrou sua oitava alta consecutiva, fechando com 0,30% de valorização aos 175.664,62 pontos. No Brasil, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostraram a criação de 58.568 vagas formais em julho, abaixo do esperado. Essa leitura reforça a percepção de desaceleração do mercado de trabalho e aumenta as apostas de que o Banco Central brasileiro poderá reduzir a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75%, em setembro.
Impacto nas bolsas americanas
Em Nova York, os principais índices acionários fecharam a sexta-feira em baixa, pressionados pela perspectiva de uma política monetária mais restritiva do Federal Reserve. O Nasdaq foi o mais afetado, registrando queda de 0,52%. A queda foi atribuída à expectativa de juros mais altos, que diminui o apetite por ativos de maior risco.
Os investidores seguem atentos às próximas decisões do Federal Reserve e do Banco Central do Brasil, que definirão os rumos das taxas de juros e do câmbio nos próximos meses.