O mercado fitness brasileiro experimentou um crescimento robusto de 51% em três anos, impulsionado significativamente pela influência das redes sociais. Esse cenário reflete uma mudança nos hábitos de consumo e na adesão à atividade física, com impacto direto na economia e nas oportunidades de negócio.
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Aumento da prática e influência digital
A parcela de brasileiros que pratica exercícios regularmente saltou de 37% em 2023 para 56% em 2026, segundo a Brain Inteligência Estratégica. A musculação e academias lideram, passando de 53% para 64% das modalidades preferidas.
As redes sociais são um motor crucial, influenciando 37,9% dos consumidores na decisão de adquirir novos produtos proteicos, conforme pesquisa Atlas/Intel. Essa influência se estende a suplementos como o pré-treino e outros itens de performance.
Mercado além das academias
O impacto econômico do setor fitness vai além dos espaços de treino, abrangendo 56,7 milhões de brasileiros com perfil de consumo saudável (Serasa Experian). Este grupo demonstra afinidade com moda (54%), delivery de alimentos (23%) e cosméticos (17%).
A infraestrutura também cresce: o número de CNPJs de academias quase triplicou entre 2015 e 2025, chegando a mais de 60 mil, com projeção de 70 mil até 2027 (Panorama Setorial Fitness Brasil).
Consumo segmentado e oportunidades
Apesar da influência digital, o consumo é segmentado por gerações, com jovens da Geração Z focados na aparência física e millennials na saúde e prevenção. Para as empresas, entender essas nuances é estratégico para desenvolver produtos e comunicação eficazes.
Este dinamismo do mercado fitness, aliado à crescente conectividade, exige que negócios e marcas acompanhem as motivações e necessidades diversas dos consumidores para capitalizar as oportunidades futuras.