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Home Saúde

Polilaminina da UFRJ Traz Esperança Real a Pacientes com Lesão Medular

Por Gabi Gaspar
8 de março de 2026
em Saúde
Polilaminina da UFRJ Traz Esperança Real a Pacientes com Lesão Medular

© Fernando Frazão/Agência Brasil

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A pesquisa inovadora com a Polilaminina, desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em parceria com a farmacêutica Cristália, alcançou grande destaque nacional nos últimos dias. Esta substância promissora oferece uma nova perspectiva para pacientes com lesão medular, abrindo caminho para a recuperação de movimentos. O Resumo explica e descomplica para você.

Contexto e Histórico da Descoberta da Polilaminina

Os trabalhos, liderados pela bióloga Tatiana Sampaio Coelho, foram iniciados há mais de 25 anos, com a maior parte desse tempo dedicada à fase pré-clínica, essencial para testes em laboratório. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recentemente liberou estudos com o medicamento.

A polilaminina foi descoberta por acaso pela professora Tatiana Sampaio, quando tentava dissociar partes da laminina, uma proteína vital presente em nosso corpo. Ao invés de se fragmentar, as moléculas de laminina se uniram, formando uma rede: a polilaminina. Essa junção, natural no organismo humano, nunca havia sido reproduzida em laboratório.

Como a Polilaminina Atua no Combate à Lesão Medular

No sistema nervoso, as proteínas lamininas servem como base para a movimentação dos axônios, que são partes dos neurônios responsáveis pela transmissão de sinais elétricos e químicos. A lesão medular rompe esses axônios, interrompendo a comunicação entre o cérebro e o restante do corpo, resultando em paralisia.

A principal proposta da polilaminina é oferecer uma nova base para que os axônios do paciente consigam crescer e se comunicar novamente, restabelecendo as conexões perdidas. Isso contraria a dificuldade natural das células nervosas de se regenerarem sozinhas.

O que isso muda na prática: A capacidade da Polilaminina de recriar as vias de comunicação neural pode significar a recuperação de movimentos e sensibilidade para pessoas com lesões medulares que, hoje, têm poucas opções de tratamento.

Detalhes e Resultados do Estudo Piloto Essencial

Após resultados positivos em testes com ratos, um estudo-piloto foi conduzido entre 2016 e 2021, com a aplicação da substância em oito pessoas que sofreram lesão medular total devido a causas como quedas, acidentes de carro ou ferimentos por arma de fogo.

Pontos chave do estudo:

– Sete dos oito pacientes passaram por cirurgia de descompressão da coluna, procedimento padrão em casos de lesão medular, além de receberem a polilaminina.

– Os procedimentos foram realizados em até três dias após a lesão, período crucial para intervenções.

– Dois pacientes faleceram no hospital devido à gravidade do quadro, e um terceiro veio a óbito por complicações do ferimento.

– Os cinco pacientes restantes que receberam a polilaminina e a cirurgia apresentaram algum ganho motor, conforme avaliado pela escala AIS (que vai de A, mais grave, a E, funcionamento normal).

– Quatro pacientes evoluíram do nível A para o nível C, recuperando sensibilidade e movimentos incompletos.

– Um paciente, Bruno Drummond de Freitas, alcançou o nível D, com recuperação quase total da sensibilidade e funções motoras.

O que isso muda na prática: Os resultados do estudo-piloto são extremamente promissores, indicando que a Polilaminina pode ser um divisor de águas na reabilitação de pacientes, possibilitando a retomada de funções motoras e sensoriais que antes eram consideradas perdidas.

O Impacto Transformador no Caso de Bruno Drummond de Freitas

Bruno Drummond de Freitas, que ficou tetraplégico em 2018 após fraturar a coluna na altura do pescoço, é um dos exemplos mais notáveis. Em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, ele relatou ter conseguido mover o dedão do pé semanas após a cirurgia de descompressão combinada com a aplicação da polilaminina.

Sua recuperação progressiva incluiu um intenso trabalho de fisioterapia e reabilitação na AACD, renomada entidade paulista. Atualmente, Bruno anda normalmente, com dificuldades mínimas em alguns movimentos das mãos, evidenciando o potencial transformador da substância. A experiência de Bruno, embora não seja prova científica isolada, ressalta a importância da continuidade dos estudos.

O que isso muda na prática: A história de Bruno Drummond ilustra um impacto direto na qualidade de vida. Para muitos pacientes e suas famílias, a possibilidade de retomar movimentos básicos ou complexos representa uma revolução na autonomia e bem-estar, reduzindo os desafios impostos pela lesão medular.

Tags: AxôniosLesão MedularPolilamininaRecuperaçãotratamento
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