A Petrobras anunciou um aumento de 13,9% no preço médio de venda do querosene de aviação (QAV), equivalente a R$ 0,68 por litro. A medida, que reflete a alta das cotações internacionais, busca gerenciar os impactos financeiros para as distribuidoras e, por extensão, para o setor aéreo.
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Reajuste e impacto acumulado do QAV
O reajuste do QAV, que a Petrobras realiza no início de cada mês conforme previsto em seus contratos, foi diretamente influenciado pela elevação das cotações internacionais do combustível. A estatal atribuiu essa alta a fatores geopolíticos, especialmente no Oriente Médio, que afetam a oferta e demanda global. Detalhes sobre a política de preços da empresa podem ser consultados no site oficial da Petrobras.
Desde dezembro de 2025, o preço do QAV acumula um aumento expressivo de 53,3%, o que representa uma elevação de R$ 1,94 por litro. Esse percentual demonstra a intensa volatilidade e a pressão de custos que o setor de aviação tem enfrentado ao longo do ano.
Programa de parcelamento do QAV para distribuidoras
Para setembro, a Petrobras informou que retomará o programa de parcelamento dos reajustes de preço do QAV. Esta iniciativa crucial permite que as distribuidoras parcelem o valor do aumento em três parcelas mensais.
O programa visa oferecer um alívio financeiro, diluindo o impacto imediato da alta e reduzindo os riscos associados à flutuação constante do mercado internacional de combustíveis. A medida é uma resposta à necessidade de estabilidade no planejamento logístico e financeiro das empresas.
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Apesar da retomada do programa de parcelamento, a alta acumulada no preço do QAV continua a ser um desafio significativo para as companhias aéreas. Essa pressão nos custos operacionais pode, em última instância, influenciar os preços das passagens e dos serviços de frete aéreo no país.