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Embaixador: Negociações EUA-Irã são ‘piada mundial’ e Teerã reage

Por Élcio Jardim
31 de março de 2026
em Mundo
Embaixador: Negociações EUA-Irã são ‘piada mundial’ e Teerã reage

© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

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O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, afirmou nesta segunda-feira (30) que as promessas de negociação dos Estados Unidos com Teerã são uma “piada mundial”. A declaração surge em meio à forte pressão popular iraniana contra concessões, evidenciando o complexo impasse diplomático no cenário geopolítico global. O Resumo explica e descomplica para você.

Pressão Interna e a 'Piada Mundial' da Diplomacia

Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o embaixador Abdollah Nekounam Ghadiri detalhou a visão iraniana sobre o impasse com Washington.

– A percepção de que o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dialogava “com ele mesmo” ao propor negociações.

– A avaliação de que a ilusão de negociação entre os dois países já se tornou uma “piada mundial”.

– A forte pressão da opinião pública no Irã, instando o governo iraniano a não se deixar enganar por propostas da outra parte.

O que isso muda na prática: Essa postura intransigente, impulsionada pela população, eleva a dificuldade para qualquer reaproximação diplomática, indicando que a via diplomática atual é vista como ineficaz e que a população exige resistência, dificultando qualquer avanço e mantendo o cenário de tensões elevadas entre Irã e Estados Unidos.

Reação do Irã às Ameaças Americanas

O embaixador também abordou as declarações e ameaças dos Estados Unidos contra o Irã.

– O ex-presidente Donald Trump chegou a afirmar negociações com um suposto “novo regime” no Irã, ao mesmo tempo em que renovava a ameaça de atacar infraestruturas de energia elétrica e de petróleo.

– A condição americana para evitar ataques era a reabertura do estratégico Estreito de Ormuz por parte de Teerã.

– O diplomata iraniano refutou a ideia de que grupos como Hezbollah, no Líbano, e Houthis, no Iêmen, seriam “proxies” do Irã, um termo que implica ação em nome de um Estado ou entidade.

O que isso muda na prática: A recusa em reconhecer laços diretos com grupos regionais, combinada às ameaças americanas, mantém um cenário de incerteza e alto risco de confronto, impactando a segurança do transporte marítimo e a oferta global de energia.

Histórico de Conflitos e a Estratégia Iraniana

Ghadiri também abordou o padrão dos conflitos e negociações com as potências ocidentais.

– O embaixador citou interrupções de negociações, como em uma ocasião anterior em que o Irã foi atacado, resultando em uma “guerra de 12 dias”.

– Mencionou outro ataque sofrido pelo Irã dois dias antes de negociações detalhadas, que estavam sendo mediadas por Omã.

– Afirmou que o Irã não aceitará a lógica de um ciclo contínuo de “guerra, cessar-fogo, negociação e novamente guerra”.

– Declarou a determinação do país em ter uma resposta para a “agressão criminosa” sofrida, visando que o agressor deixe de repetir essas ações.

O que isso muda na prática: Essa percepção de ciclos viciosos de guerra e negociação consolida a estratégia iraniana de autodefesa e retaliação controlada, o que pode escalar confrontos e minar esforços diplomáticos futuros, impactando a estabilidade regional.

Extensão dos Ataques Iranianos e Princípios de Resposta

Questionado sobre o impacto dos ataques iranianos a Israel, o embaixador Ghadiri reforçou a eficácia e a natureza controlada das operações.

– As informações iranianas indicam que o regime sionista [Israel] foi danificado de forma significativa.

– As ações militares de Teerã são “calculadas e respondem aos nossos padrões de caráter e religiosos”.

– Ele citou a guerra de oito anos entre Irã e Iraque, onde Saddam Hussein usou armas químicas (fornecidas por empresas alemãs), mas o Irã, sob liderança religiosa, não retaliou com armas químicas ou ataques a civis e ao meio ambiente.

– Este exemplo ilustra os “princípios humanos, princípios de caráter e princípios religiosos” que baseiam as respostas iranianas, que são controladas, mas poderosas.

O que isso muda na prática: A demonstração de poder militar combinada com uma retórica de “resposta controlada” serve para dissuadir ataques sem desencadear um conflito em grande escala, embora os ataques causem danos significativos, mantendo a região em um estado de tensão constante.

Acusações de Ataques a Universidades e a Herança Educacional do Irã

Sobre as alegações de que Estados Unidos e Israel atacam universidades iranianas sob a justificativa de uso para atividades de defesa, Ghadiri contestou veementemente.

– Ele destacou a fundação da Universidade Jodhichapur no Irã há cerca de 1.800 a 2.000 anos, considerada a primeira instituição com formato universitário moderno.

– O embaixador salientou que a idade dessa universidade é quatro vezes maior que a soma da existência de várias nações modernas.

O que isso muda na prática: As alegações ocidentais de uso militar de universidades iranianas, contestadas por Teerã com base em sua rica história educacional, criam um ponto de atrito adicional nas relações internacionais e podem impactar a liberdade acadêmica e a cooperação científica do Irã.

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