Estão abertas, até o dia 13, as inscrições para o Programa Lideranças Femininas na Gestão Pública. A iniciativa, promovida pela CAIXA em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC) e o Tesouro Nacional, oferece um curso de liderança internacional na França, totalmente custeado, visando capacitar servidoras para os desafios do setor público. O Resumo explica e descomplica para você.
Capacitação de Alto Nível para Lideranças Femininas
O programa selecionará agentes públicas para uma formação de 40 horas em liderança no Instituto Europeu de Administração de Empresas (Insead), uma das instituições mais prestigiadas do mundo, localizada na França. A ação é uma parceria estratégica para o desenvolvimento de quadros qualificados no setor público nacional.
Detalhes da formação:
– Promovido por: CAIXA, Fundação Dom Cabral (FDC) e Tesouro Nacional.
– Local do curso: Insead, França.
– Duração: 40 horas de aprendizado intensivo.
– Custo: Integralmente coberto pela CAIXA, incluindo passagens aéreas internacionais, seguro viagem, hospedagem e alimentação no campus.
– Temas abordados: Papel do setor público em contextos de crise de confiança, enfraquecimento do multilateralismo, pensamento estratégico, inteligência artificial e processos de tomada de decisão.
O que isso muda na prática: O investimento em lideranças femininas na gestão pública fortalece a capacidade do Brasil de enfrentar crises e inovar, impactando diretamente na qualidade dos serviços oferecidos à população e na eficiência do cenário político-administrativo.
Como Participar e Critérios de Seleção Simplificados
As inscrições para essa oportunidade de formação internacional estão abertas exclusivamente para agentes públicas que atuam em estados e municípios brasileiros, garantindo que o benefício chegue a diversas esferas da administração pública.
Requisitos e processo:
– Público-alvo: Agentes públicas de estados e municípios.
– Local de inscrição: Site oficial da Fundação Dom Cabral (FDC).
– Idioma: As aulas contarão com tradução simultânea, e a fluência em língua estrangeira não será um critério de seleção ou eliminação.
O que isso muda na prática: A ausência de exigência de fluência em outro idioma democratiza o acesso a essa formação de ponta, permitindo que mais servidoras qualificadas possam se beneficiar e aplicar conhecimentos avançados em suas respectivas áreas, impulsionando suas carreiras e o desenvolvimento local.