📌 O RESUMO DA NOTÍCIA:
- A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados em Campo Grande contra o Instituto Municipal de Previdência (IMPCG).
- A investigação apura um investimento de R$ 1,2 milhão em letras financeiras do Banco Master.
- Há suspeitas de gestão temerária e corrupção, após relatório do Ministério da Previdência Social.
- Servidores são investigados por expor o patrimônio do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) a riscos.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Presciência nesta terça-feira em Campo Grande, mirando o Instituto Municipal de Previdência (IMPCG) por irregularidades em investimentos. A ação investiga suspeitas de gestão temerária e corrupção, que podem ter exposto o patrimônio dos servidores públicos a riscos significativos.
A Operação Presciência e os alvos
A Operação Presciência, autorizada pela 3ª Vara Federal de Campo Grande, cumpriu seis mandados de busca e apreensão. Além disso, foram determinadas quebras de sigilos bancários e fiscais dos envolvidos. O foco principal é um investimento de R$ 1,2 milhão feito pelo IMPCG em letras financeiras emitidas pelo Banco Master.
Origem da investigação e irregularidades
O inquérito teve início a partir de um relatório de auditoria do Ministério da Previdência Social. Este documento apontou possíveis falhas no processo decisório que levou ao investimento. A PF indica que servidores envolvidos podem ter desrespeitado procedimentos técnicos e administrativos, colocando em risco o patrimônio do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) municipal.
Crimes apurados
A investigação apura a prática dos crimes de gestão temerária, que se refere a atos de má administração que causam prejuízo, e de corrupção passiva e ativa. A Prefeitura de Campo Grande foi procurada para comentar o caso, mas ainda não se manifestou sobre a operação.
Os desdobramentos da Operação Presciência serão acompanhados de perto, com a PF dando continuidade às análises dos materiais apreendidos para esclarecer as responsabilidades sobre os investimentos do instituto.