📌 O RESUMO DA NOTÍCIA:
- Itaú BBA aumentou os preços-alvo das ações de Vibra (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3).
- A recomendação de compra para ambas as distribuidoras de combustíveis foi mantida.
- A revisão positiva é impulsionada pela expectativa de margens mais robustas no terceiro trimestre.
- Vibra agora tem preço-alvo de R$ 45 e Ultrapar de R$ 43.
O Itaú BBA revisou para cima as projeções de preço para as ações da Vibra e da Ultrapar, mantendo a recomendação de compra para as duas grandes distribuidoras de combustíveis no Brasil. A decisão reflete uma visão otimista sobre as margens do setor, especialmente para o terceiro trimestre.
Novas projeções e o que impulsiona a alta
O preço-alvo da Vibra (VBBR3) foi ajustado de R$ 40 para R$ 45, enquanto o da Ultrapar (UGPA3), controladora da Ipiranga, subiu de R$ 38 para R$ 43. Essa elevação se baseia na expectativa de margens de R$ 350 por metro cúbico no terceiro trimestre e R$ 250 por metro cúbico no quarto trimestre, valores significativamente maiores que a estimativa anterior de R$ 200 por metro cúbico. Fatores como o retorno da Petrobras às importações e a restrição russa à exportação de combustíveis contribuem para esse cenário, embora a normalização das margens seja esperada apenas a partir de 2027.
Potencial de dividendos e valuation
Para 2027, o Itaú BBA projeta um potencial de distribuição de dividendos relevante para ambas as empresas. A Vibra poderia alcançar um dividend yield de 10%, considerando uma alavancagem líquida de 1,5 vez. Já a Ultrapar teria um potencial de 7% de dividend yield, com alavancagem líquida de 1 vez. Em termos de valuation, as ações da Vibra são negociadas a 10,4 vezes o lucro projetado para 2027, e as da Ultrapar a 9,8 vezes.
Investidores e o mercado devem acompanhar a divulgação dos resultados do terceiro trimestre para verificar a concretização das projeções de margens, que serão cruciais para a performance futura das ações de Vibra e Ultrapar.