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Home Economia

GDF envia projeto para usar 12 imóveis em capitalização do BRB

Por Élcio Jardim
21 de fevereiro de 2026
em Economia
GDF envia projeto para usar 12 imóveis em capitalização do BRB

© Joédson Alves/Agência Brasil

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O Governo do Distrito Federal (GDF) encaminhou à Câmara Legislativa, nesta sexta-feira (20), um projeto de lei que autoriza o uso de 12 imóveis públicos como garantia para fortalecer o capital do Banco de Brasília (BRB). A iniciativa faz parte de um plano apresentado ao Banco Central para levantar ao menos R$ 2,6 bilhões, recompondo perdas após a aquisição de carteiras de crédito do Banco Master. O Resumo explica e descomplica para você.

GDF Propõe Imóveis para Reforçar Caixa do BRB

A proposta do GDF permite que os bens públicos sirvam como garantia para a captação de recursos, especialmente em um possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A medida não implica a venda imediata dos imóveis, mas visa reduzir os riscos para os credores e diminuir os juros de eventuais empréstimos ao BRB, fortalecendo a solidez financeira da instituição.

O que isso muda na prática: Essa movimentação busca dar segurança jurídica e financeira ao BRB, permitindo que o banco capte recursos mais baratos e de forma mais ágil. Para o cidadão, significa um BRB mais estável, protegido de uma venda desnecessária de patrimônio público, enquanto atende às exigências regulatórias.

Entenda as Ações Autorizadas pelo Projeto de Lei

O texto do projeto de lei, caso aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, prevê três ações principais para a capitalização do BRB:

– Integralização de capital com bens móveis ou imóveis, transferindo propriedades diretamente ao BRB.

– Alienação (venda) de patrimônio público, com os recursos sendo destinados integralmente ao banco.

– Adoção de outras medidas permitidas pelo Sistema Financeiro Nacional, incluindo estruturação de operações via fundos de investimento imobiliário ou constituição de garantias.

O que isso muda na prática: As alternativas concedem flexibilidade ao GDF e ao BRB para escolherem a melhor estratégia de capitalização, podendo ser adotadas de forma isolada ou combinada, dependendo das condições de mercado e das necessidades do banco, com o objetivo final de recompor o capital e manter a estabilidade.

Imóveis de Destaque Listados na Proposta

Entre os 12 imóveis públicos listados no projeto que podem ser usados como garantia, destacam-se:

– Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad), localizado em Taguatinga.

– Terrenos em áreas estratégicas como o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

– Áreas no Parque do Guará, Lago Sul e Asa Norte.

– Terrenos no Setor Habitacional Tororó, próximo à Papuda.

Essas áreas pertencem a estatais locais, como a Terracap e a Novacap. O projeto assegura que qualquer alienação ou constituição de garantia será precedida de avaliação prévia dos bens, respeito ao interesse público e observância rigorosa das regras de governança.

Pressão Regulatória e o Impacto no BRB

A necessidade de capitalização do BRB ganhou urgência após sinalizações do Banco Central (BC), que pode impor restrições à instituição caso a recomposição de capital não ocorra até a divulgação do próximo balanço, prevista para 31 de março. Entre as possíveis sanções estão limitações operacionais e impedimento de expansão de negócios.

O que isso muda na prática: A falta de capitalização pode frear a capacidade de atuação do BRB, impactando sua expansão e a oferta de serviços. Para o cidadão, isso significa um BRB com menor capacidade de inovar e competir, afetando o cenário financeiro local e, potencialmente, o acesso a crédito e serviços bancários na região.

Desafios na Recomposição de Capital do Banco

Nos últimos meses, o BRB tentou vender carteiras de crédito a bancos privados como estratégia para recuperar liquidez. Contudo, essa abordagem não conseguiu elevar o patrimônio líquido, que é crucial para recompor o índice de Basileia, um indicador-chave da saúde financeira das instituições bancárias.

– Venda de ativos: Embora gere dinheiro, não aumenta o patrimônio líquido (diferença entre ativos e passivos), o que é essencial para o índice de Basileia.

– Nota de capacidade de pagamento (Capag): A recente diminuição da nota do DF para “C” em 2025 pelo Tesouro Nacional dificulta a obtenção de empréstimos com garantia da União, limitando as opções de crédito para o GDF.

O que isso muda na prática: O cenário financeiro do BRB é complexo. A dificuldade em aumentar o patrimônio líquido e a restrição na capacidade de crédito do GDF indicam que a solução proposta via imóveis é uma medida estratégica para contornar esses obstáculos e garantir a estabilidade do banco no curto prazo.

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