A APTA Resinas, empresa com previsão de faturar R$ 1 bilhão em 2026 com apenas 70 funcionários, atribui seu sucesso a uma gestão focada no comportamento humano. Segundo o CEO Eduardo Cansi, entender as emoções dos colaboradores é crucial para o desempenho do negócio.
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Contratação estratégica e Eneagrama
A empresa utiliza a metodologia do Eneagrama, um sistema de autoconhecimento, para otimizar o processo de contratação. Antes de abrir uma vaga, são definidos os potenciais comportamentais ideais para a função. Candidatos realizam testes comportamentais antes das entrevistas, garantindo um alinhamento prévio entre o perfil da pessoa e as exigências do cargo. Essa abordagem visa evitar contratações equivocadas, que Cansi estima custarem milhões em salários, treinamento e perda de produtividade. O resultado é um turnover próximo de zero na APTA.
Emoções no trabalho e o futuro com IA
Cansi destaca que as decisões no ambiente corporativo são frequentemente influenciadas por emoções, mesmo que a razão as justifique posteriormente. Observar padrões de comportamento, e não apenas sentimentos invisíveis, permite entender como cada pessoa age. Com o avanço da inteligência artificial, a capacidade humana de compreender e lidar com outras pessoas se torna ainda mais valiosa. A proposta é humanizar as empresas com técnica, foco e resultados, integrando o autoconhecimento à estratégia de negócios.
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A APTA Resinas demonstra que a valorização do capital humano e a compreensão profunda dos perfis comportamentais podem ser o diferencial para um crescimento exponencial, combinando bem-estar dos funcionários com alta rentabilidade.