O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária do Rio (Ivisa-Rio) emitiu nesta semana um alerta essencial aos consumidores que planejam o tradicional almoço de bacalhau na Semana Santa. As orientações visam garantir a segurança alimentar e evitar fraudes na compra do pescado. O Resumo explica e descomplica para você.
Desvende o Bacalhau Genuíno e Evite Fraudes
– Apenas as espécies Gadus morhua, conhecida no Brasil como Porto ou Porto Morhua, e Gadus macrocephalus, normalmente chamada de Portinho ou Codinho, são consideradas bacalhau legítimo. – Espécies como Saithe, Ling e Zarbo são muitas vezes vendidas como bacalhau, mas não pertencem a essa classificação. Elas devem ser comercializadas como pescado salgado ou salgado e seco. – Aline Borges, presidente da Vigilância Sanitária Municipal, enfatiza que essa distinção é crucial para a clareza ao consumidor, já que esses tipos costumam ter um custo mais baixo.
O que isso muda na prática: Comprar o bacalhau correto garante a autenticidade do seu prato, protege seu bolso de produtos falsificados e assegura a qualidade esperada para a sua refeição festiva.
Verifique a Qualidade do Bacalhau Salgado-Seco
– O pescado deve ser livre de manchas avermelhadas ou pontos pretos, que indicam a presença de bactérias e/ou fungos prejudiciais à saúde. – O sal utilizado para a conservação do pescado deve ser grosso; o sal fino é proibido pelas normas sanitárias devido a riscos de má conservação.
O que isso muda na prática: Atentar-se a esses detalhes é crucial para evitar a ingestão de alimentos contaminados, protegendo sua saúde e a de sua família de possíveis intoxicações alimentares.
Dicas Essenciais para Comprar Peixe Fresco
– Observe guelras avermelhadas, olhos que ocupem toda a órbita e escamas com aderência firme ao corpo do peixe. – O consumidor só deve comprar peixes com o ventre íntegro. Um ventre rompido é um alerta de estágio avançado de deterioração. – Para que o peixe tenha uma validade mais extensa, é preciso tirar as vísceras antes de armazená-lo. – A presidente Aline Borges reforça que esses sinais são alertas vitais para a compra segura, garantindo a qualidade do produto.
O que isso muda na prática: Escolher um peixe fresco de boa qualidade não só garante um sabor superior ao seu prato, mas também previne riscos de doenças causadas por consumo de produtos em mau estado, assegurando uma Semana Santa mais tranquila e segura para todos.