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Poluição do ar no Brasil supera limites da OMS, alerta relatório

Por Gabi Gaspar
27 de fevereiro de 2026
em Notícias
Poluição do ar no Brasil supera limites da OMS, alerta relatório

© Joédson Alves/Agência Brasil

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A concentração de diversos poluentes atmosféricos no ar respirado em todo o Brasil ultrapassa com frequência os limites máximos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), conforme o Relatório Anual de Acompanhamento da Qualidade do Ar 2025. O documento, divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e com dados de 2024, aponta um cenário preocupante para a saúde pública nacional. O Resumo explica e descomplica para você.

Padrões de Qualidade do Ar: O que o Brasil enfrenta

O relatório de 2025 considera, pela primeira vez, os padrões estabelecidos por uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que atualizou os limites admitidos no país e definiu etapas de transição para alcançar os padrões da OMS.

– Os dados de 2024 revelam a presença de ozônio, monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, material particulado fino e material particulado inalável. – As substâncias monóxido de carbono (CO) e dióxido de nitrogênio (NO₂) foram as únicas que se mantiveram dentro dos limites admissíveis da tabela de transição do Conama, com raras ultrapassagens. – No estado do Maranhão, por exemplo, houve ultrapassagem no limite de CO em 18% dos dias registrados pela estação Santa Bárbara. – Todas as outras substâncias ultrapassaram e permaneceram ao longo do ano acima dos limites intermediários de concentração admissíveis pela resolução do Conama.

JP Amaral, gerente de natureza do Instituto Alana e ex-conselheiro do Conama, alerta que “a maioria dos poluentes foi avaliada de acordo com o padrão intermediário 2, que ficou valendo a partir de janeiro deste ano, e ele é estabelecido como um padrão dentro do que os estados já estavam atendendo basicamente”.

O que isso muda na prática: Os novos parâmetros do Conama, embora um passo em direção aos limites da OMS, ainda são frequentemente desrespeitados pela maioria dos poluentes, indicando um risco contínuo para a saúde respiratória da população e a necessidade de mais atenção das autoridades locais.

Poluentes em Ascensão: Mapeando o Risco por Região

O relatório detalha tendências de aumento e diminuição na concentração de poluentes por todo o país em 2024, com destaque para as seguintes substâncias e regiões:

– Ozônio (O₃): Aumento médio de 11% do total de medições, com maiores magnitudes em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. – Monóxido de Carbono (CO): Tendência de aumento de 17%, detectado no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Pernambuco. – Dióxido de Nitrogênio (NO₂): Aumento de até 22% no Rio de Janeiro, com tendência positiva também em São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia. – Dióxido de Enxofre (SO₂): Aumento de 16% no Espírito Santo, com variação positiva também no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. – Material Particulado Fino (MP2.5): Tendência de redução de 8,4% em estações de São Paulo. Este poluente, com maior penetração nos pulmões e corrente sanguínea, mostra um ponto positivo na capital paulista. – Material Particulado Inalável (MP10): Atingiu a maior tendência de aumento, 8%, em uma estação escolar em Minas Gerais.

O que isso muda na prática: A análise regional permite que moradores identifiquem os poluentes mais problemáticos em suas localidades, o que é crucial para entender os riscos à saúde e cobrar ações específicas de governos estaduais e municipais para mitigar esses impactos.

Rede de Monitoramento: Avanços e Desafios para Fiscalização

Além da análise da qualidade do ar, o relatório do MMA também aborda a infraestrutura de monitoramento, mostrando um aumento na rede, mas também desafios na coleta de dados:

– A rede de monitoramento da qualidade do ar no Brasil registrou 570 estações em todo o país, um aumento de 91 unidades (19%) em relação a 2023 e de 175 unidades (44%) na comparação com 2022. – Apesar da expansão, o relatório revela limitações no envio de informações pelos estados ao Sistema Nacional de Gestão da Qualidade do Ar (MonitorAr). – Do total de estações cadastradas, 21 não tiveram seu status informado e outras 75 constam como inativas. – As falhas no envio de informações podem gerar subnotificação, impactando a percepção da real ampliação da rede.

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) destaca que “esses resultados reforçam a necessidade de implementação e fortalecimento de planos estaduais de gestão da qualidade do ar, com estratégias integradas de controle de emissões, desenvolvimento de inventários de emissões e expansão das redes de monitoramento”.

O que isso muda na prática: A capacidade de entender e combater a poluição depende de dados precisos. A falta de informações e estações inativas prejudica a formulação de políticas públicas eficazes, afetando a segurança e saúde de todos os brasileiros. É vital que os estados melhorem a comunicação e a operação de suas estações.

Tags: ConamaOMSPoluentesQualidade do ArSaúde
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