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Amazônia Legal tem 46,9% dos conflitos de terra no Brasil em 2023

Por Élcio Jardim
25 de fevereiro de 2026
em Notícias
Amazônia Legal tem 46,9% dos conflitos de terra no Brasil em 2023

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

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A Amazônia Legal registrou quase metade (46,9%) dos conflitos de terra em todo o Brasil no ano de 2023, segundo estudo recente da Oxfam Brasil. Este cenário de disputas intensifica a violência e afeta diretamente as comunidades tradicionais e o meio ambiente da região. O Resumo explica e descomplica para você.

Entenda a Concentração de Conflitos na Amazônia Legal

O estudo Amazônia em Disputa: Conflitos Fundiários e Situação dos Defensores de Territórios, da Oxfam Brasil, revelou dados preocupantes sobre a violência no campo.

– Em 2023, o Brasil registrou 2.203 conflitos no campo.

– Deste total, 1.034 ocorreram na Amazônia Legal, representando 46,9%.

– Os estados do Pará e Maranhão foram identificados como os principais focos de violência.

A Amazônia Legal, que abrange nove estados e uma área de 5 milhões de quilômetros quadrados (km²), corresponde a 58,9% do território nacional. A destruição de territórios e a violência física contra a população têm aumentado, afetando a cultura e a estrutura social, especialmente das comunidades tradicionais.

O que isso muda na prática: A alta concentração de conflitos em uma área tão vasta e vital para o Brasil e o mundo demonstra a urgência de políticas de proteção ambiental e social que mitiguem a violência e garantam direitos às comunidades locais.

Pará e Maranhão: Cenário de Violência Persistente

Os estados do Pará e Maranhão continuam a ser os epicentros da violência fundiária no país, com dados históricos e recentes reforçando essa tendência.

– Entre 2014 e 2023, o Pará registrou 1.999 ocorrências de conflitos, sendo o maior do país.

– O Maranhão, no mesmo período, teve 1.926 ocorrências.

As disputas pela terra nesses estados estão associadas a fatores como grilagem, desmatamento ilegal, garimpo irregular, expansão do agronegócio e atuação de redes criminosas. Dados de 2024 mostram um agravamento da situação:

– Maranhão: 365 ocorrências, o maior número da série recente, iniciada em 2019.

– Pará: 240 ocorrências, próximo do pico de 253 registrado em 2020.

O que isso muda na prática: A persistência e o agravamento dos conflitos nessas regiões expõem a fragilidade da fiscalização e a vulnerabilidade das populações locais frente a interesses econômicos e criminosos, impactando diretamente a segurança e o modo de vida de milhares de brasileiros.

Impacto Social e Assassinato de Lideranças

A violência territorial na Amazônia Legal tem uma relação direta com a precariedade social e a sistemática perseguição de defensores de direitos humanos.

– O estudo da Oxfam Brasil cruzou dados de conflitos com o Índice de Progresso Social (IPS Brasil).

– Foi identificada uma sobreposição entre alta incidência de disputas e baixo desempenho em necessidades humanas básicas, como saúde, saneamento, moradia e segurança, nos municípios afetados.

A violência contra defensores é uma realidade alarmante:

– As organizações Terra de Direitos e Justiça Global mapearam 25 assassinatos relacionados a conflitos por terra e meio ambiente no país em 2021 e 2022.

– A Oxfam Brasil aponta que o assassinato de lideranças faz parte de uma estratégia deliberada de controle territorial e silenciamento político.

Além dos assassinatos, a criminalização de lideranças, a omissão institucional e as perseguições judiciais enfraquecem a resistência coletiva na região.

O que isso muda na prática: A violência não é apenas um resultado, mas uma ferramenta para consolidar o domínio sobre a terra, minando a resistência e a capacidade das comunidades de defenderem seus direitos e modo de vida, afetando a segurança, a justiça social e a própria democracia.

Racismo Ambiental Aprofunda Disputas

O relatório da Oxfam Brasil enfatiza a importância de reconhecer o racismo ambiental como um fator crucial que atravessa as disputas na Amazônia Legal.

– Comunidades negras, indígenas e tradicionais são as mais expostas às violências fundiárias.

– Sofrem com contaminação ambiental, destruição de seus territórios e negação sistemática de direitos.

O que isso muda na prática: O reconhecimento do racismo ambiental é crucial para direcionar políticas públicas eficazes que protejam grupos específicos, cujos direitos são sistematicamente violados pela degradação ambiental e pela violência fundiária, influenciando o cenário político e social de forma urgente.

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