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Machismo no Brasil: 4.558 mulheres agredidas anualmente; família e escola são a chave

Por Élcio Jardim
25 de abril de 2026
em Notícias
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Dados recentes da Rede de Observatórios da Segurança revelam que, em média, 12 mulheres foram agredidas diariamente no Brasil, somando 4.558 vítimas de violência no último ano em nove estados. Esse cenário alarmante reflete um machismo estrutural profundo, cuja mudança exige a inclusão ativa de toda a sociedade. O Resumo explica e descomplica para você.

Violência e Machismo Estrutural no Brasil

A pesquisa da Rede de Observatórios da Segurança, que monitorou Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo, destaca a persistência de um ciclo de agressões. Levantamento da ONU Mulheres e do Instituto Papo de Homem indica que 81% dos homens e 95% das mulheres avaliam o Brasil como um país machista.

– No último ano, uma média de 12 mulheres foram agredidas por dia no Brasil.

– Total de 4.558 vítimas de violência em nove estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança.

– 81% dos homens e 95% das mulheres avaliam o Brasil como um país machista, segundo pesquisa da ONU Mulheres e Instituto Papo de Homem.

O que isso muda na prática: Essa persistência da violência contra a mulher não afeta apenas a segurança pública e a vida das vítimas, mas também perpetua custos sociais e emocionais elevados para toda a sociedade brasileira, impactando o bem-estar coletivo e o desenvolvimento social do país.

Especialistas Clamam por Engajamento Masculino na Mudança

Psicólogos e educadores defendem que a superação do machismo exige a participação ativa dos homens. O psicólogo Flávio Urra, atuante na reeducação de autores de violência, ressalta que, enquanto as mulheres legitimaram novas pautas, muitos homens persistem em modelos de masculinidade antiquados.

– O psicólogo Flávio Urra observa que homens ainda seguem modelos de masculinidade de décadas atrás.

– O engenheiro Carlos Augusto Carvalho, 55 anos, exemplifica a mudança, defendendo o combate diário ao machismo em conversas com outros homens.

O que isso muda na prática: A inércia masculina na atualização de seus próprios padrões sociais resulta em um custo para a segurança e a integridade de mulheres, limitando também a capacidade dos homens de se relacionarem de forma saudável e equitativa na sociedade atual, refletindo no cenário social e pessoal.

Família e Escola: Pilares na Formação de Novas Masculinidades

A formação de uma masculinidade saudável, livre de padrões violentos, começa no ambiente familiar e deve ser reforçada na educação formal. O psicólogo e terapeuta familiar Alexandre Coimbra Amaral enfatiza a influência das dinâmicas familiares na visão de mundo de crianças e adolescentes, comparando a família a um país com seus próprios códigos culturais.

– Alexandre Coimbra Amaral destaca que a família molda a percepção sobre gênero, e uma cultura familiar que restringe a masculinidade a um padrão tradicional pode favorecer a violência.

– O educador parental Peu Fonseca defende a construção de uma nova identidade coletiva, pensada por homens e mulheres, que não perpétue a violência e ensine meninos a respeitar meninas.

– O consultor de empresas Felipe Requião reforça que família, escola e redes sociais são protagonistas na formação da masculinidade, seja ela sadia ou tóxica, e na quebra de estereótipos como “homem não chora”.

O que isso muda na prática: Fortalecer o diálogo dentro de casa e incluir o debate de gênero nas escolas criará gerações mais conscientes, quebrando ciclos de violência e permitindo que meninos questionem padrões antigos, resultando em uma sociedade mais segura e justa para todos, com impacto direto na segurança e no desenvolvimento social.

Diálogo e Reflexão: A Chave para Transformar o Cenário

Para o psicólogo Alexandre Coimbra Amaral, é fundamental que a questão de gênero seja obrigatória na grade escolar e que homens reflitam sobre os prejuízos de um modelo de masculinidade enrijecido. Essa autocrítica é essencial para romper com o ciclo de dominação e submissão que perpetua o machismo.

– A questão de gênero deve ser obrigatória na grade escolar, segundo Alexandre Coimbra Amaral.

– É crucial que homens questionem sua própria criação e os prejuízos de padrões masculinos tradicionais, como os observados em seus pais e avôs.

– Uma nova identidade coletiva, pensada por ambos os gêneros, é necessária para se afastar da cultura que gera violência.

O que isso muda na prática: A integração desses temas no ambiente escolar e o incentivo ao diálogo crítico nas famílias são investimentos a longo prazo que visam diminuir os índices de violência e construir uma cultura de respeito e equidade, beneficiando a segurança e o desenvolvimento social do Brasil.

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