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Home Entenda o Caso

Toffoli admite sociedade ligada a fundo do caso Master

Por Élcio Jardim
12 de fevereiro de 2026
em Entenda o Caso
Toffoli admite sociedade ligada a fundo do caso Master

© Rosinei Coutinho/STF

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, admitiu ser sócio da empresa Maridt, que vendeu participação no resort Tayayá, no interior do Paraná, a um fundo administrado pelo cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O ministro afirma que declarou todos os valores à Receita Federal e que passou a relatar a investigação sobre a suposta fraude na venda do banco ao Banco de Brasília (BRB) quando a empresa já não tinha mais vínculo com o hotel. O Resumo explica e descomplica para você.

Entenda em 1 minuto: o que está em jogo no “Caso Master”

Um guia rápido para você entender por que o nome de Dias Toffoli entrou no debate.

1) O que aconteceu?

Dias Toffoli informou que é sócio da empresa Maridt, que teve participação no resort Tayayá (PR) e vendeu cotas para um fundo ligado ao cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro (Banco Master).

2) Por que isso virou notícia?

Toffoli é o relator no STF de investigações sobre o Banco Master e a negociação com o BRB. A dúvida pública é se há conflito de interesse.

3) O que Toffoli diz?

  • Que declarou os valores à Receita Federal;
  • Que não recebeu dinheiro de Vorcaro nem do cunhado;
  • Que virou relator em 28/11/2025, quando a Maridt já não estava mais no grupo do resort.

4) O que a lei permite?

Pela Lei Orgânica da Magistratura, magistrado pode ser sócio e receber dividendos, mas não pode atuar como administrador/gestor. A nota afirma que a Maridt é administrada por parentes.

5) O que acontece agora?

A PF entregou ao presidente do STF (Edson Fachin) material com menções ao ministro. Fachin encaminhou para Toffoli avaliar se há motivo para impedimento ou suspeição.

Tradução: o foco é saber se Toffoli pode seguir como relator sem comprometer a imparcialidade do caso.

6) Qual é o “Escândalo do Banco Master”?

A investigação apura transações financeiras suspeitas e possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master e a tentativa de negócio com o BRB. O caso foi ao STF após surgirem referências a autoridade com foro.

Perguntas rápidas (clique para abrir)

Ser sócio de empresa é ilegal para ministro do STF?

Não necessariamente. A regra central é: pode participar e receber dividendos, mas não pode fazer gestão/administrar.

Toffoli está acusado de crime?

Até aqui, o debate é sobre potencial conflito e imparcialidade na relatoria, com material sob sigilo.

O que significa “suspeição” ou “impedimento”?

São hipóteses legais em que o juiz/ministro pode precisar se afastar do caso para garantir a confiança na decisão.

Nota editorial (O Resumo): este box resume informações públicas da apuração e declarações oficiais. Atualizações podem ocorrer conforme o processo avançar.


O que Toffoli admitiu oficialmente

Em nota, o ministro confirmou:

  • É sócio da Maridt, empresa familiar de capital fechado.
  • A companhia era acionista do resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR).
  • Parte das cotas foi vendida em 2021 ao Fundo Arleen.
  • O restante foi alienado em fevereiro de 2025 à empresa PHD Holding.
  • Todos os valores foram declarados à Receita Federal.
  • Nunca recebeu valores de Daniel Vorcaro nem de seu cunhado.

Segundo a defesa, as transações ocorreram “dentro de valor de mercado”.

Tayayá Resort/Divulgação

A questão central: há conflito de interesses?

O ponto sensível do caso é que Toffoli é o relator da investigação sobre supostas irregularidades envolvendo o Banco Master e sua tentativa de negociação com o BRB.

A Polícia Federal encontrou no celular de Vorcaro menções ao ministro. O material foi entregue ao presidente do STF, Edson Fachin, que enviou o relatório ao próprio Toffoli para que ele avalie eventual impedimento ou suspeição.

O que diz a lei?

A Lei Orgânica da Magistratura (LC 35/1979) permite que magistrados:

  • Sejam sócios de empresas
  • Recebam dividendos
  • Desde que não exerçam função de gestão

A assessoria do ministro afirma que ele nunca administrou a empresa, apenas integrou o quadro societário.


Por que o caso gerou mal-estar no STF?

Alguns episódios ampliaram a tensão interna:

  1. Questionamentos sobre eventual parcialidade.
  2. Viagem de Toffoli ao Peru para a final da Libertadores ao lado de advogado ligado ao caso.
  3. Venda de participação do resort para fundo ligado ao cunhado de Vorcaro.
  4. Reportagens sobre deslocamentos de seguranças do STF para a região do resort.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) já rejeitou pedido formal para afastamento do ministro.


Entenda o Escândalo do Banco Master

Para compreender o contexto, é preciso entender o que está sendo investigado.

O que é o Banco Master?

O Banco Master é uma instituição financeira privada que ganhou destaque nos últimos anos por operações estruturadas e aquisição de ativos financeiros.

Seu controlador é Daniel Vorcaro.


O que está sob investigação?

A Polícia Federal apura possíveis irregularidades envolvendo:

  • Operações financeiras entre o Banco Master e o BRB.
  • Estruturas de fundos de investimento.
  • Eventuais simulações ou distorções de valor em transações.

As investigações começaram após material apreendido mencionar autoridade com foro privilegiado, o que levou o caso ao STF.


Como o caso chegou ao STF?

O processo foi remetido ao Supremo porque houve menção a um deputado federal no material investigado. Quando há autoridade com foro privilegiado, o caso sobe para o STF.

Toffoli foi escolhido relator por sorteio.


O que a Polícia Federal diz?

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que:

  • O relatório final deve ser concluído até 16 de março.
  • Nenhuma hipótese está descartada.
  • Achados paralelos não serão ignorados.

Pontos que o cidadão precisa entender

✔ Ser sócio de empresa não é ilegal para ministro do STF.
✔ O debate gira em torno de possível conflito de interesse.
✔ Ainda não há acusação formal contra Toffoli.
✔ A investigação principal envolve transações financeiras do Banco Master.
✔ O conteúdo apreendido está sob sigilo.


O que pode acontecer agora?

Há três possibilidades jurídicas:

  1. Toffoli manter-se no caso.
  2. Declarar-se impedido.
  3. O plenário do STF decidir sobre eventual suspeição.

A decisão caberá ao próprio ministro ou, em última instância, ao colegiado.


Por que esse caso é relevante nacionalmente?

Porque envolve:

  • Um ministro do STF
  • Um banco privado em negociação com banco público
  • Possível impacto no sistema financeiro
  • Debate sobre transparência institucional

Em um momento de forte polarização política, qualquer questionamento envolvendo a Suprema Corte gera repercussão nacional.

Tags: BrasilJustiça
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