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Home Justiça

STF suspende julgamento da Sabesp após pedido de destaque de Fux

Por Otávio Gois
20 de março de 2026
em Justiça
STF suspende julgamento da Sabesp após pedido de destaque de Fux

© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

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O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta sexta-feira (20) o julgamento sobre a privatização da Sabesp, empresa de saneamento de São Paulo, mas a sessão foi suspensa após pedido de destaque do ministro Luiz Fux. A decisão interrompe a análise que poderia definir o futuro da companhia e do abastecimento no estado. O Resumo explica e descomplica para você.

Fux Adia Decisão Crucial sobre Sabesp no STF

– O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta sexta-feira (20) a privatização da Companhia Paulista de Saneamento Básico (Sabesp).

– O ministro Cristiano Zanin foi o primeiro a votar, posicionando-se pela manutenção do processo de desestatização.

– A análise foi interrompida por um pedido de destaque do ministro Luiz Fux, que zera a votação e envia o caso para o plenário físico, sem data definida.

O que isso muda na prática: A interrupção adia uma definição importante sobre a privatização da Sabesp, mantendo a incerteza jurídica para investidores e para a população paulista que depende dos serviços da companhia.

Entenda o Voto de Zanin e a Recusa dos Pedidos do PT

– Relator do tema, o ministro Zanin não analisou o mérito da privatização da Sabesp.

– Ele rejeitou o pedido feito pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para reverter a desestatização por insuficiência de argumentação.

– Zanin argumentou que o PT não apresentou fundamentação específica que demonstrasse a inconstitucionalidade de cada artigo da legislação que abriu caminho para a privatização da Sabesp.

– O ministro citou o entendimento consolidado do STF de que “impugnações genéricas e desprovidas de fundamentação concreta não são admissíveis no âmbito do controle concentrado de constitucionalidade”.

O que isso muda na prática: O voto de Zanin reforça a necessidade de argumentos jurídicos sólidos em ações de controle de constitucionalidade, indicando que a oposição precisará de uma nova abordagem para contestar a privatização.

PT Contesta Condições da Privatização da Sabesp

– O Partido dos Trabalhadores (PT) alega, por exemplo, que a empresa foi vendida por preço abaixo do mercado.

– O partido também aponta limitação na participação de acionistas para favorecer uma única concorrente.

– Há questionamento sobre a participação de Karla Bertocco, ex-diretora da Equatorial Participações e Investimentos, no conselho que deliberou favoravelmente à privatização. A Equatorial foi a única a apresentar uma proposta para assumir a posição de investidor referência.

O que isso muda na prática: As contestações do PT levantam dúvidas sobre a lisura do processo de venda, o que pode influenciar a percepção pública e futuros debates sobre a desestatização.

Barroso Negou Liminar e Tarcísio Agiu Antes do Julgamento

– Em 2024, o então presidente do STF, o hoje ministro aposentado Luís Roberto Barroso, já havia rejeitado a análise de tais argumentos do PT.

– Barroso afirmou que investigar as acusações exigiria produção de provas, algo inviável em uma ação de controle constitucional.

– Ele negou o pedido de liminar para impedir a privatização da Sabesp, alertando que paralisar o processo de desestatização poderia gerar prejuízos da ordem de R$ 20 bilhões ao estado de São Paulo.

– Na quinta-feira (19), um dia antes do início do julgamento, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, esteve em Brasília para reuniões com ministros do Supremo.

O que isso muda na prática: A posição anterior do STF, somada à movimentação do governador, indica a complexidade política e econômica do tema, com grandes interesses envolvidos.

Relembre os Detalhes da Privatização da Sabesp

– O governo de São Paulo concluiu o processo de privatização da Sabesp em 23 de julho de 2024.

– Na ocasião, foram vendidos 32% das próprias ações do estado na companhia.

– Do percentual vendido, 15% foram comprados por R$ 6,9 bilhões (cada ação por R$ 67) pela Equatorial.

– Os demais 17% dos papéis foram vendidos, pelo mesmo preço da ação (R$ 67), a pessoas físicas, jurídicas e funcionários da companhia, o que rendeu mais R$ 7,8 bilhões ao governo paulista.

O que isso muda na prática: A venda de ações já está consolidada, mas o julgamento no STF pode trazer novos desdobramentos jurídicos sobre a validade do processo, com potencial impacto financeiro e operacional.

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