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Home Política

Sindicatos cobram apuração após violência contra jornalista na Câmara

Por Élcio Jardim
26 de fevereiro de 2026
em Política
Sindicatos cobram apuração após violência contra jornalista na Câmara

© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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A jornalista Manuela Borges, do Portal ICL Notícias, foi alvo de violência e intimidação no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília, na tarde de terça-feira (23), após questionar parlamentares sobre outdoors no Distrito Federal. Entidades do jornalismo repudiaram o ocorrido nesta quarta-feira (24), exigindo apuração e responsabilização, em um cenário que atinge a liberdade de imprensa e o debate público. O Resumo explica e descomplica para você.

Jornalista Manuela Borges relata cerco e intimidação na Câmara

A repórter Manuela Borges foi cercada e hostilizada por cerca de 20 servidores de gabinetes parlamentares e militantes. O episódio de violência ocorreu na tarde de terça-feira (23), no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília. As intimidações se iniciaram após Manuela questionar parlamentares do Partido Liberal (PL) sobre a instalação de outdoors no Distrito Federal que exibiam imagens da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da deputada federal Bia Kicis (PL-DF).

– A jornalista cobria uma entrevista à imprensa de parlamentares da oposição.

– Simpatizantes e assessores aproximaram celulares de seu rosto e proferiram gritos intimidatórios.

– Manuela Borges afirmou à Agência Brasil: “Nosso papel é o de fazer perguntas. Doa a quem doer. Não podemos sofrer violência por causa disso”.

O que isso muda na prática: Na prática, este episódio expõe a fragilidade da segurança para profissionais de imprensa em ambientes públicos, especialmente legislativos, onde o questionamento é pilar da democracia. A liberdade de informar é ameaçada, impactando diretamente a capacidade do cidadão de ser bem informado e o controle social sobre o poder público.

Sindicatos e coletivos repudiam violência e exigem apuração

A resposta institucional à violência veio nesta quarta-feira (24), com a divulgação de uma nota conjunta de repúdio por importantes entidades do jornalismo. Elas consideraram o episódio “inaceitável e absurdo”, denunciando uma “grave violência” e “coação profissional” dentro de uma Casa Legislativa.

– A nota foi assinada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), pelo Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF, pela Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ) e pela Comissão de Mulheres Jornalistas da FENAJ.

– As entidades criticaram a Polícia Legislativa, que, mesmo presente no local, não interveio para garantir a integridade da jornalista.

– Há um pedido formal à Presidência da Câmara dos Deputados para apuração imediata e rigorosa do caso.

– Exige-se a responsabilização administrativa e legal de todos os servidores e parlamentares envolvidos na violência.

– Também são solicitadas medidas de segurança para garantir o livre exercício da profissão por jornalistas em todas as dependências do Congresso Nacional.

O que isso muda na prática: No cenário político, a pressão das entidades exige uma postura firme da Câmara, que terá de mostrar compromisso com a liberdade de imprensa e com a segurança dos profissionais. A resposta da Casa Legislativa definirá um precedente importante sobre a tolerância a atos de intimidação em suas dependências, impactando a imagem institucional e a confiança pública.

Ataque é visto como coação à imprensa e violência de gênero

Para as entidades, a violência sofrida pela jornalista Manuela Borges não se limita a um incidente isolado, mas representa um ataque multifacetado à imprensa e, especificamente, à presença feminina no jornalismo político. Elas destacam que o cerco agressivo a uma mulher jornalista tem como objetivo principal silenciar questionamentos e fragilizar a participação feminina em espaços de poder e decisão.

– A liberdade de imprensa é um pilar fundamental da democracia e não pode ser cerceada por métodos de coação física e psicológica praticados por servidores públicos pagos com dinheiro da sociedade.

– A violência excede o ataque individual à profissional, constituindo um ataque frontal contra a categoria de jornalistas, a profissão e o próprio jornalismo.

O que isso muda na prática: Para a segurança das jornalistas mulheres, o caso ressalta a dupla vulnerabilidade enfrentada, tanto pela profissão quanto pelo gênero, especialmente em pautas políticas. Isso pode desestimular a participação feminina em áreas sensíveis, empobrecendo o debate público e distorcendo a representatividade na mídia e nos espaços de cobertura.

Jornalista reitera compromisso e entidades pedem providências

Apesar do grave episódio, a jornalista Manuela Borges, com mais de 20 anos de experiência na cobertura política, demonstrou resiliência. Ela afirmou que não se intimidará e que pretende continuar a cobertura na Câmara dos Deputados normalmente.

– Em 2014, Manuela Borges já havia sido alvo de ofensas pelo então deputado federal Jair Bolsonaro após questionar sobre o golpe de 1964, demonstrando um histórico de enfrentamento a pressões políticas.

– As entidades de jornalismo farão uma representação formal à Presidência da Câmara dos Deputados, apresentando imagens e vídeos para auxiliar na identificação dos agressores, muitos dos quais portavam crachás de servidores.

– Até o momento, o Partido Liberal (PL) e a Presidência da Câmara dos Deputados ainda não se manifestaram oficialmente sobre o ocorrido, mas o espaço permanece aberto para seus posicionamentos.

O que isso muda na prática: Este desdobramento colocará à prova a efetividade dos mecanismos de controle e a transparência do poder legislativo. A ausência de manifestação das partes envolvidas gera expectativa sobre as medidas que serão tomadas, indicando o grau de seriedade com que a Câmara e os partidos políticos encaram a proteção à liberdade de imprensa e o combate à violência política.

Tags: Câmara dos Deputadosjornalismoliberdade de imprensaManuela BorgesViolência
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