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Home Política

Parlamentares pedem anulação de voto na CPMI do INSS por fraude

Por Élcio Jardim
27 de fevereiro de 2026
em Política
Parlamentares pedem anulação de voto na CPMI do INSS por fraude

© Lula Marques/Agência Brasil.

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Um grupo de 14 parlamentares encaminhou um requerimento ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), solicitando a anulação de uma votação ocorrida na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nesta quinta-feira (26). A ação, que inclui a denúncia de fraude e pedido de análise pela Comissão de Ética do Senado, foca na aprovação de 87 requerimentos, entre eles quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, gerando impacto direto no cenário político nacional. O Resumo explica e descomplica para você.

Parlamentares Acusam Fraude em Votação da CPMI do INSS

A controvérsia central gira em torno da conduta do presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), acusado de irregularidades na condução da sessão. O documento, assinado por cinco senadores e nove deputados, majoritariamente da base governista, busca a suspensão imediata dos efeitos da votação.

O grupo de parlamentares solicita que o caso seja encaminhado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado, visando apurar uma possível quebra de decoro por parte do senador Carlos Viana, ressaltando a gravidade das acusações de vício no processo legislativo.

O que isso muda na prática: A anulação desta votação poderia invalidar decisões cruciais da CPMI, como a quebra de sigilo de figuras públicas, prolongando as investigações e gerando incerteza jurídica sobre o processo. O cenário político seria diretamente impactado pela revisão dos procedimentos internos do Senado.

Detalhes da Denúncia e As Provas Apresentadas

Os parlamentares afirmam que a votação foi “eivada de vício”, comprometendo a legalidade e o princípio democrático. Eles argumentam que a contagem de votos não refletiu a realidade e pediram que cada um dos 86 requerimentos fosse votado individualmente. A denúncia aponta que a fraude na contagem dos votos é agravada pela parcialidade na condução dos trabalhos.

Os pontos cruciais da denúncia incluem:

– 87 requerimentos aprovados em bloco, sem votação individual como solicitado.

– Quebras de sigilos bancários e fiscais de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula.

– Convocação de Augusto Ferreira Lima (ex-executivo e sócio do Banco Master), André Luis Dantas Ferreira (ex-deputado federal, o André Moura), Danielle Miranda Fontelles (empresária) e Gustavo Marques Gaspar (ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA)).

– Apresentação de cinco imagens e registros audiovisuais que, segundo os denunciantes, comprovam 14 votos contrários contra sete votos favoráveis, indicando a rejeição dos requerimentos.

– Parlamentares teriam se levantado e erguido os braços para manifestar voto contrário, de forma inequívoca e visível.

O requerimento foi assinado pelos senadores Randolfe Rodrigues (PT-AP), Soraya Thronicke (Podemos-MS), Jussara Lima (PSD-PI), Jaques Wagner (PT-BA) e Teresa Leitão (PT-PE), e pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Damião Feliciano (União-PB), Átila Lira (PP-PI), Cleber Verde (MDB-MA), Orlando Silva (PCdoB-SP), Romero Rodrigues (Podemos-PB), Alencar Santana (PT-SP), Neto Carletto (PP-BA) e Rogério Correia (PT-MG).

O que isso muda na prática: A comprovação da fraude na contagem dos votos pode levar à revisão de procedimentos parlamentares e à invalidação das deliberações, garantindo maior transparência e respeito ao regimento interno das comissões, além de reorientar o foco das investigações da CPMI.

Senador Carlos Viana Defende Legalidade do Processo

Em resposta às acusações e ao requerimento, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI, declarou à imprensa que espera que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, receba e considere todas as versões sobre o ocorrido na votação.

Viana afirmou sua tranquilidade, indicando que:

– O regimento interno da Casa foi cumprido rigorosamente.

– Existem todas as condições para dar sequência aos requerimentos já aprovados.

O que isso muda na prática: A posição do senador Carlos Viana sinaliza que, caso o pedido de anulação seja negado, as investigações da CPMI do INSS seguirão seu curso com base nas decisões tomadas na quinta-feira (26), mantendo a validade das quebras de sigilo e convocações aprovadas, o que impacta diretamente o andamento dos trabalhos da comissão.

Tags: CPMI INSSfraudeParlamentaresSigiloVotação
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