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Home Notícias

OAB pede fim de inquérito das fake news ao STF nesta segunda (23)

Por Élcio Jardim
23 de fevereiro de 2026
em Notícias
OAB pede fim de inquérito das fake news ao STF nesta segunda (23)

© Valter Campanato/Agência Brasil

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou formalmente ao Supremo Tribunal Federal (STF) o encerramento do inquérito das fake news nesta segunda-feira (23). A entidade expressa preocupação com a duração indefinida das investigações e a sua amplitude crescente, que impactam a segurança jurídica do país. Este pedido visa reavaliar a constitucionalidade e os limites temporais de processos que se estendem por anos. O Resumo explica e descomplica para você.

OAB cobra encerramento de investigações de longa duração

O Conselho Federal da OAB e os presidentes das 27 seccionais estaduais e distritais assinaram o ofício encaminhado ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, nesta segunda-feira (23). O documento manifesta “extrema preocupação institucional” com a “permanência e conformação jurídica de investigações de longa duração”, especificamente o Inquérito n.º 4.781.

– Ação: Ofício solicitando o encerramento de investigações.

– Entidade: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

– Destinatário: Ministro Edson Fachin (Presidente do STF).

– Inquérito citado: N.º 4.781 (Inquérito das Fake News).

– Assinaturas: Beto Simonetti (Presidente da OAB) e líderes das 27 seccionais estaduais e distritais.

O que isso muda na prática: A ação da OAB representa uma cobrança formal por maior transparência e delimitação temporal nas investigações do Judiciário, visando restaurar a segurança jurídica e evitar a percepção de processos indefinidos, que podem gerar instabilidade política e social.

Origem e expansão do inquérito: questionamentos sobre limites

O Inquérito das Fake News foi instaurado em março de 2019, por ordem do então presidente do Supremo, Dias Toffoli, sem provocação externa do Ministério Público. O ministro Alexandre de Moraes foi designado relator sem sorteio regular, prática considerada incomum na época.

– Início do inquérito: Março de 2019.

– Instaurador: Ministro Dias Toffoli (então presidente do STF).

– Relator: Ministro Alexandre de Moraes.

A OAB reconhece o contexto excepcional de sua criação, mas alerta que a investigação, que já se aproxima dos sete anos de tramitação, “deixa de ostentar delimitação material e temporal suficientemente precisa”. O inquérito teria desviado de seu propósito original de apurar ameaças aos ministros do STF, abrangendo novos fatos e pessoas.

O que isso muda na prática: A indefinição do escopo do inquérito e sua longa duração levantam questões sobre os limites da atuação investigativa do STF, impactando a segurança jurídica de cidadãos e instituições e, potencialmente, o devido processo legal no país.

Preocupações com segurança jurídica e atuação profissional

O ofício da OAB aponta para relatos de inclusão de “pessoas e fatos que não se apresentam de forma imediatamente aderente ao núcleo originário”, citando indiretamente a recente operação da Polícia Federal (PF), por ordem de Moraes, contra servidores da Receita Federal.

– Operação referenciada: Polícia Federal contra servidores da Receita Federal.

– Suspeita: Vazamento de informações fiscais sigilosas de ministros do Supremo e seus familiares.

– Medidas aplicadas: Uso de tornozeleira eletrônica e afastamento das funções.

A Ordem também critica o “tom intimidatório” e a pouca clareza quanto ao objeto e à duração de inquéritos como o das fake news. A entidade considera tal cenário “incompatível com o espírito democrático, republicano e institucional consagrado pela Constituição de 1988”, citando a indispensabilidade de proteger o livre exercício profissional de jornalistas e advogados.

– Direitos protegidos: Livre exercício profissional de jornalistas e advogados, conforme a Constituição.

A OAB enfatiza que a advocacia não pode operar em um ambiente de incerteza quanto aos limites da atuação investigativa estatal, especialmente em temas que envolvem sigilo profissional, acesso a dados e a confidencialidade da relação entre advogado e cliente.

O que isso muda na prática: Esta preocupação da OAB afeta diretamente a liberdade de imprensa e o direito de defesa, pois a falta de clareza nos limites investigativos pode inibir a atuação de jornalistas e advogados, pilares essenciais para a fiscalização do poder e a garantia da justiça em uma democracia.

OAB solicita audiência com o ministro Fachin

Ao final do ofício, a Ordem dos Advogados do Brasil solicitou uma audiência com o ministro Edson Fachin para que as preocupações da entidade possam ser expostas pessoalmente pelos seus representantes, reforçando a importância do diálogo institucional sobre o tema.

Tags: EncerramentoFake NewsinquéritoOABSTF
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