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Home Justiça

MPRJ recomenda uso correto das câmeras corporais pelas polícias do Rio

Por Otávio Gois
19 de março de 2026
em Justiça
MPRJ recomenda uso correto das câmeras corporais pelas polícias do Rio

© Paulo Pinto/Agência Brasil

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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) expediu nesta semana recomendações cruciais para o uso correto das câmeras corporais pelas polícias Civil e Militar do estado. A medida visa coibir o descaso com os equipamentos, após investigações e incidentes de grande repercussão, impactando diretamente a segurança e a transparência. O Resumo explica e descomplica para você.

MPRJ Aprimora Fiscalização das Câmeras Operacionais

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) liderou as investigações que resultaram nas recomendações, encaminhadas aos secretários de Estado das Polícias Civil e Militar e de Segurança Pública. As bases para esta medida incluem:

– Os fatos apurados na Operação Contenção, em outubro de 2023, nos Complexos da Penha e do Alemão, que resultou na morte de 122 pessoas.

– Os ofícios foram enviados também ao Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 635 (ADPF 635), reforçando a prerrogativa constitucional do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) de controle externo da atividade policial no estado.

O que isso muda na prática: Essa fiscalização mais rigorosa busca garantir que as imagens das operações sejam um registro fiel dos acontecimentos. Isso aumenta a responsabilização das forças de segurança e fortalece a confiança da população nas instituições, impactando diretamente a segurança pública.

Caso da Médica Andrea Marins Dias Catalisa Novas Medidas

A urgência das recomendações foi evidenciada por um caso recente de grande repercussão nacional na capital fluminense:

– Na última segunda-feira (16), o GAESP/MPRJ solicitou à Polícia Militar informações e a preservação das imagens das Câmeras Operacionais Portáteis (COPs).

– A solicitação refere-se à ocorrência policial que resultou na morte da médica Andrea Marins Dias, no último domingo (15), em Cascadura, bairro da zona norte do Rio.

– As câmeras corporais dos três policiais militares envolvidos no incidente estavam sem bateria e impossibilitadas de gravar, impedindo o registro factual da ação.

O que isso muda na prática: A falha no registro de um caso tão grave evidencia a urgência da regulamentação e do cumprimento dos protocolos. Com as novas recomendações, espera-se que situações como esta não fiquem sem provas audiovisuais, facilitando a apuração e a justiça.

Irregularidades Detalhadas Apontam Falhas no Uso das COPs

Nos documentos encaminhados às secretarias, o MPRJ citou diferentes inconsistências verificadas durante a Operação Contenção, em desacordo com a legislação vigente. As principais irregularidades incluíram:

– Ausência de uso de Câmeras Operacionais Portáteis (COPs) por alguns policiais.

– Existência de equipes em que nenhum dos integrantes portava câmera em funcionamento ou com bateria carregada.

– Início da operação por agentes com equipamentos descarregados.

– Insuficiência de baterias suplementares disponibilizadas à tropa.

– Falta de planejamento prévio quanto à adequada distribuição e utilização das câmeras pelos policiais empregados na ação.

O que isso muda na prática: A listagem dessas falhas serve como um guia claro para as secretarias ajustarem os protocolos. O objetivo é padronizar o uso e garantir que os equipamentos estejam sempre operacionais em momentos críticos, como prevê a legislação, impactando a segurança da população e o cenário político de confiança.

Exigências Específicas para a Polícia Civil

Para a Polícia Civil, o GAESP/MPRJ também fez exigências claras para o aprimoramento do uso das COPs. O requerimento da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) detalha que os policiais usem as COPs em:

– Atividades com atuação ostensiva e ao longo de ações operacionais.

– Controle de distúrbios civis, em interdições ou reintegrações possessórias.

– Cumprimento de determinações de autoridades policiais ou judiciárias e de mandados judiciais, entre outras situações.

O que isso muda na prática: A ampliação do uso de câmeras para a Polícia Civil significa maior transparência em diversas frentes de trabalho. Isso fortalece a fiscalização interna e externa, além da coleta de provas em investigações mais complexas, contribuindo para a credibilidade das ações policiais.

Tags: Câmeras corporaisFiscalizaçãoMPRJPolíciaSegurança Pública
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