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Home Notícias

Governo suspende estudos de hidrovias na Amazônia por decreto

Por Élcio Jardim
24 de fevereiro de 2026
em Notícias
Governo suspende estudos de hidrovias na Amazônia por decreto

Brasília (DF), 23/02/2026 - Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherm...

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O governo federal publicou, nesta terça-feira (24 de fevereiro de 2026), o Decreto nº 12.856 que paralisa os estudos para concessão de hidrovias nos rios Tapajós, Madeira e Tocantins, na Amazônia. A decisão atende a reivindicações de povos indígenas e representa uma mudança significativa na política de infraestrutura da região, com grande impacto ambiental e social. O Resumo explica e descomplica para você.

Decreto Cancela Projetos de Concessão

– O Decreto n° 12.856 foi publicado em 24 de fevereiro de 2026 no Diário Oficial da União (DOU).

– Suspende o início dos estudos para a concessão à iniciativa privada das hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins.

– Revoga os efeitos do Decreto n° 12.600, que autorizava a concessão de hidrovias na região.

– A decisão foi anunciada em 23 de fevereiro de 2026 pelo ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência da República, e pela ministra Sônia Guajajara, dos Povos Indígenas.

O que isso muda na prática: A paralisação dos estudos significa que a exploração privada dessas importantes rotas fluviais amazônicas está suspensa, protegendo ecossistemas e as comunidades indígenas que dependem diretamente desses rios.

Pressão Indígena e Impacto Político

– A suspensão atende a intensas reivindicações de povos indígenas contrários ao projeto, principalmente das comunidades que vivem na região do Baixo Tapajós, próximo a Santarém, no oeste do Pará.

– As manifestações incluíram a ocupação do escritório da multinacional do agronegócio Cargill no Porto de Santarém, às margens do Rio Tapajós.

– Houve também acampamentos de indígenas em Brasília e em São Paulo, pressionando pela revogação do decreto.

– O ministro Guilherme Boulos destacou o compromisso do governo em “ouvir o povo” e “recuar de uma decisão própria”, em sinal de respeito aos povos originários e à floresta.

O que isso muda na prática: A decisão demonstra a força da mobilização social e estabelece um precedente de consulta e respeito aos direitos dos povos originários na formulação de políticas públicas. Isso impacta o cenário político ao reforçar a agenda ambiental e social do governo, influenciando futuras ações governamentais na Amazônia.

Tags: AmazôniaconcessãoDecretohidroviasindígenas
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