O dólar comercial encerrou nesta quarta-feira (18) cotado a R$ 5,24, refletindo a escalada das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, além de dados do Federal Reserve. Esse cenário de incertezas globais impacta diretamente o panorama econômico nacional, com reflexos no poder de compra do brasileiro. O Resumo explica e descomplica para você.
Dólar Sobe para R$ 5,24 em Dia de Instabilidade
– Dólar comercial encerrou nesta quarta-feira (18) vendido a R$ 5,24. – Alta de R$ 0,011 (+0,21%) em relação ao fechamento anterior. – A cotação máxima do dia atingiu R$ 5,25 por volta das 15h50. – O pregão foi encurtado devido à Quarta-Feira de Cinzas.
O que isso muda na prática: A valorização do dólar encarece produtos importados, desde eletrônicos a insumos básicos, podendo pressionar a inflação e reduzir o poder de compra das famílias brasileiras.
Tensões Geopolíticas e Fed Impulsionam a Moeda Americana
– O presidente estadunidense, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã. – A Casa Branca afirmou haver “vários argumentos” para um possível ataque ao país. – A ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), Banco Central estadunidense, revelou um mercado de trabalho mais resistente que o previsto. – Essa resiliência diminui as chances de cortes de juros nos Estados Unidos no curto prazo, acelerando a alta do dólar globalmente.
O que isso muda na prática: A instabilidade internacional e as expectativas de juros nos EUA tornam o dólar um porto seguro para investidores, desviando capitais do Brasil e de outras economias emergentes, o que contribui para a desvalorização do real.
Ibovespa Registra Terceira Queda Seguida na B3
– O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 186.016 pontos. – Recuo de 0,24% nesta quarta-feira (18). – Essa foi a terceira queda consecutiva da bolsa. – O desempenho foi influenciado pela baixa do minério de ferro nos últimos dias, impactando ações de mineradoras.
O que isso muda na prática: A queda da bolsa, especialmente ligada a commodities, sinaliza cautela dos investidores em relação ao setor exportador brasileiro e pode impactar fundos de investimento e previdência que possuem exposição a essas ações.