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Home Economia

Decreto vai proteger setor nacional em acordos comerciais, anuncia Alckmin

Por Élcio Jardim
19 de fevereiro de 2026
em Economia
Decreto vai proteger setor nacional em acordos comerciais, anuncia Alckmin

© Paulo Pinto/Agência Brasil

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O governo federal, por meio do presidente em exercício Geraldo Alckmin, anunciou nesta quinta-feira (19) a edição de um decreto crucial para regulamentar salvaguardas em acordos comerciais do Brasil. Esta medida visa proteger a produção nacional de importações excessivas e terá impacto direto em diversos setores da economia brasileira. O Resumo explica e descomplica para você.

Alckmin Detalha Proteção à Indústria Nacional

O anúncio foi feito pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e presidente em exercício, Geraldo Alckmin, em Caxias do Sul (RS), durante a abertura da 35ª Festa Nacional da Uva e Feira Agroindustrial. O objetivo principal do decreto é estabelecer regras claras para a aplicação de mecanismos que protejam a produção brasileira, especialmente em casos de aumento repentino de importações que causem prejuízos significativos para a indústria e o agronegócio nacionais. O decreto abrangerá tanto acordos comerciais já vigentes quanto futuros compromissos.

O que isso muda na prática: Produtores brasileiros ganharão uma camada de segurança jurídica contra a concorrência desleal ou inesperada de produtos importados, garantindo maior estabilidade para investimentos e empregos no país.

Como Funcionam as Salvaguardas no Comércio Internacional

As salvaguardas são mecanismos previstos em acordos comerciais que permitem a um país reagir a surtos de importação decorrentes da redução de tarifas negociadas. Caso seja comprovado dano grave à produção nacional, o governo pode acionar medidas como:

– Estabelecimento de cotas de importação.

– Suspensão da redução tarifária prevista no acordo.

– Restabelecimento do nível de imposto anterior à vigência do tratado.

O futuro decreto detalhará prazos, os procedimentos necessários para a investigação e as condições específicas para a aplicação dessas medidas protetivas.

O que isso muda na prática: Em situações de crise ou desequilíbrio de mercado, o governo terá ferramentas ágeis e pré-definidas para intervir e resguardar setores estratégicos, evitando colapsos e perdas econômicas para o país.

Expansão dos Acordos e a Necessidade da Regulamentação

A regulamentação das salvaguardas ocorre em um momento de intensa ampliação da rede de acordos do Mercosul. Desde 2023, o bloco concluiu negociações importantes com Singapura, com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e, mais recentemente, com a União Europeia. Com a formalização desses novos tratados, a parcela da corrente de comércio brasileira coberta por preferências tarifárias mais que dobrou, passando de 12% para 31,2%.

A avaliação do governo é que, com essa expansão dos compromissos preferenciais, torna-se essencial criar uma disciplina específica para as salvaguardas. Isso visa conferir previsibilidade e segurança jurídica ao uso do instrumento, em contraste com a aplicação baseada em regras multilaterais gerais, que eram utilizadas anteriormente.

O que isso muda na prática: Com a crescente integração do Brasil ao comércio global, ter regras internas claras para as salvaguardas se torna essencial para equilibrar a abertura econômica com a proteção dos interesses nacionais, assegurando um ambiente mais justo para empresas brasileiras.

Setor Vitivinícola e os Benefícios Anunciados

Durante sua visita à Festa da Uva, evento tradicional do setor vitivinícola gaúcho, Alckmin também comentou o cronograma de desgravação tarifária, que é a redução mútua de tarifas, previsto no acordo entre Mercosul e União Europeia. Segundo ele, essa redução ocorrerá de forma gradual, permitindo a adaptação dos produtores nacionais:

– Para vinhos, o prazo será de oito anos.

– Para espumantes, o prazo será de 12 anos.

Além disso, o setor de vinhos também se beneficiará da recente reforma tributária, que, conforme Alckmin, deve reduzir em cerca de 7% a carga de impostos sobre os vinhos nacionais, uma medida vista como essencial para fortalecer a competitividade do setor. Antes da abertura da festa, o presidente em exercício se reuniu com representantes do setor produtivo da Serra Gaúcha, onde foram discutidos, além do acordo com a União Europeia, temas como a reforma tributária, tarifas internacionais e linhas de crédito para renovação de frota de caminhões.

O que isso muda na prática: Produtores de vinho terão um período de adaptação às novas regras do Mercosul-UE e verão uma redução significativa na carga tributária, o que pode baratear o produto final e aumentar a capacidade de concorrência no mercado interno e externo.

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