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Home Notícias

COP15 em MS avança para proteger 42 novas espécies migratórias

Por Élcio Jardim
26 de março de 2026
em Notícias
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A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias (COP15), em Campo Grande (MS), atinge sua metade nesta quinta-feira (25) com avanços cruciais. Negociações focam na inclusão de 42 novas espécies em listas de proteção internacional, um marco para a biodiversidade global. O evento define o futuro da conservação animal e o papel do Brasil nesse cenário. O Resumo explica e descomplica para você.

Negociações Avançam e Agenda é Mantida

A COP15, sediada em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, segue a programação aprovada sem atrasos, conforme avaliação da comissão organizadora. O presidente da conferência e secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, destacou os progressos nas discussões. Os esforços se concentram na revisão das listas de espécies ameaçadas da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS).

– 42 novas espécies propostas para inclusão em anexos de proteção.

– Anexo I: Espécies em risco de extinção.

– Anexo II: Espécies sob pressão.

– Debates ocorrem com pedidos de esclarecimentos sobre a fundamentação científica para a inclusão ou mudança de classificação das espécies.

Um relatório recente apresentado na conferência também alertou para o grande declínio dos peixes migratórios de água doce.

O que isso muda na prática: A inclusão de novas espécies nas listas da CMS significa que os países-membros devem adotar medidas mais rigorosas de conservação, impactando diretamente a proteção de animais que cruzam fronteiras, como aves, mamíferos marinhos e peixes. Isso fortalece o compromisso global com a biodiversidade e pressiona por políticas ambientais mais eficazes.

Brasil Amplia Ações de Proteção e Pesquisa

Antes mesmo do início oficial da COP15, o governo brasileiro implementou uma série de ações em alinhamento com os objetivos da conferência, visando impulsionar a conservação das espécies migratórias, seus habitats e corredores ambientais.

– Em 6 de março, decreto presidencial criou o Parque Nacional do Albardão e a Área de Proteção Ambiental (APA) do Albardão, no Rio Grande do Sul, somando mais de 1 milhão de hectares. Essa área abrange desde a costa até 75 metros de profundidade no oceano, protegendo vasta diversidade biológica.

– Durante a Cúpula dos Líderes, três decretos adicionaram mais 145 mil hectares ao sistema de unidades de conservação. Houve a criação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Córregos dos Vales do Norte de Minas (MG) e a ampliação do Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense (MT) e da Estação Ecológica de Taiamã (MT).

O que isso muda na prática: A criação e ampliação dessas unidades de conservação protegem vastas áreas críticas para a sobrevivência de espécies migratórias e seus habitats, como o Pantanal e a costa gaúcha. Isso garante refúgios seguros para a fauna, contribuindo para a manutenção de ecossistemas saudáveis e a resiliência climática.

– O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em conjunto com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), lançou um edital de fomento à pesquisa científica. O objetivo é aumentar o conhecimento sobre as espécies migratórias no Brasil. O edital busca mapear rotas, identificar locais fundamentais de passagem e verificar a necessidade de proteção adicional para áreas não contempladas.

O que isso muda na prática: Investir em pesquisa científica permite identificar lacunas na proteção de espécies migratórias. O mapeamento de rotas e habitats é fundamental para planejar ações de conservação mais eficazes e direcionar recursos para as áreas de maior necessidade, baseando as políticas públicas em dados robustos.

Justiça e Meio Ambiente: Novas Ferramentas de Defesa

No balanço positivo inicial da conferência, foram anunciadas iniciativas para fortalecer a atuação judicial na defesa do meio ambiente.

– O presidente do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS), desembargador Dorival Pavan, e o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Antônio Herman Benjamin, anunciaram a criação das primeiras varas de Justiça e do Ministério Público Federal (MPF) especializadas no bioma Pantanal, em Mato Grosso do Sul.

O que isso muda na prática: A especialização de varas de Justiça e do Ministério Público Federal no Pantanal acelera e aprimora o julgamento de crimes ambientais. Isso significa mais rigor na aplicação da lei, servindo como ferramenta crucial para coibir desmatamento, queimadas ilegais e outras infrações que afetam diretamente as espécies migratórias e o bioma como um todo.

João Paulo Capobianco reafirmou o profundo compromisso do Brasil com a Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS). O país atuará ativamente como líder nas ações e acordos internacionais nos próximos três anos. A ministra Marina Silva, do MMA, frequentemente cita a estratégia de “liderar pelo exemplo”, enfatizando a importância de ações concretas dos países-partes, e não apenas proposições.

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