A Caixa Econômica Federal realiza nesta sexta-feira (20 de fevereiro) o pagamento da parcela de fevereiro do Bolsa Família para 18,84 milhões de famílias, com destaque para os beneficiários de Número de Inscrição Social (NIS) final 5. O programa, essencial para milhões de brasileiros, distribui um valor médio que atinge R$ 690,01 neste mês, impactando diretamente a economia familiar e o combate à pobreza em todo o país. O Resumo explica e descomplica para você.
Caixa Libera Pagamento de R$ 690 Para NIS Final 5
Nesta sexta-feira (20 de fevereiro), a Caixa Econômica Federal dá continuidade ao calendário de pagamentos do Bolsa Família, direcionado aos inscritos com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5. A ação faz parte da distribuição da parcela de fevereiro do programa, conforme cronograma estabelecido pelo Governo Federal.
– Beneficiários: 18,84 milhões de famílias em todo o Brasil
– Gasto total do programa em fevereiro: R$ 13 bilhões
– Valor mínimo do benefício: R$ 600
– Valor médio do benefício por família: R$ 690,01
– Órgão responsável: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social
O que isso muda na prática: Essa liberação de recursos representa um alívio financeiro crucial para as famílias contempladas, permitindo a compra de alimentos, pagamento de contas e fortalecendo a economia local em milhares de municípios, especialmente em um cenário de custos crescentes.
Conheça os Adicionais Que Elevam o Benefício Familiar
Além do valor base, o Bolsa Família oferece adicionais que podem ampliar significativamente a quantia recebida, focando na proteção de grupos vulneráveis como gestantes, nutrizes e crianças. Esses benefícios complementares são projetados para atender necessidades específicas de cada família.
– Benefício Variável Familiar Nutriz: Seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança.
– Adicional para Gestantes e Nutrizes: R$ 50 para mães que amamentam ou esperam um filho.
– Adicional para Crianças e Adolescentes: R$ 50 por cada filho entre 7 e 18 anos.
– Adicional Primeira Infância: R$ 150 por cada criança de até 6 anos.
O que isso muda na prática: Estes adicionais são vitais para a segurança alimentar e o desenvolvimento saudável das crianças e gestantes, garantindo que as famílias tenham acesso a recursos extras em fases cruciais da vida e que impactam diretamente a saúde pública e o bem-estar social.
Pagamento Unificado e Regra de Proteção: Entenda as Novidades
O Bolsa Família implementou medidas para agilizar o acesso ao benefício em situações de emergência e proteger famílias que melhoram sua condição financeira. O pagamento antecipado em localidades atingidas por desastres naturais e a regra de proteção são exemplos que aprimoram o programa.
– Pagamento antecipado (12 de fevereiro): Beneficiou 171 cidades em 8 estados (122 municípios do Rio Grande do Norte, 14 da Bahia, 12 do Paraná, 11 de Sergipe, 6 de Roraima, 3 do Amazonas, 2 do Piauí e 1 de Santa Catarina).
– Motivos do pagamento antecipado: Localidades afetadas por chuvas intensas, estiagens severas ou com povos indígenas em situação de vulnerabilidade.
– Fim do desconto do Seguro Defeso: Desde 2024, beneficiários do Bolsa Família não têm mais esse desconto, mudança estabelecida pela Lei nº 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF).
– Famílias na Regra de Proteção (fevereiro): Cerca de 2,51 milhões de famílias.
– Condição da Regra de Proteção: Permite que famílias com melhora de renda recebam 50% do benefício por até dois anos, desde que cada integrante receba até meio salário mínimo.
– Mudança da Regra de Proteção (2025): O tempo de permanência será reduzido de dois para um ano, abrangendo famílias que entrarem na fase de transição a partir de junho de 2025. Famílias que se enquadraram até maio de 2025 continuarão a receber metade do benefício por dois anos.
O que isso muda na prática: Essas atualizações garantem que o auxílio chegue mais rápido a quem precisa em momentos de calamidade, além de incentivar a autonomia financeira das famílias sem cortar abruptamente o suporte, promovendo uma transição mais suave para a estabilidade econômica e segurança alimentar.