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Copom Decide Selic: Pressão da Guerra e Impacto no Bolso

Por Élcio Jardim
18 de março de 2026
em Economia
Copom Decide Selic: Pressão da Guerra e Impacto no Bolso

© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (18) para definir a nova Taxa Selic, em um cenário de alta pressão global sobre os preços do petróleo devido à guerra no Oriente Médio. A decisão é crucial para a economia brasileira, impactando diretamente o crédito, o consumo e o poder de compra dos cidadãos. O Resumo explica e descomplica para você.

Copom Avalia Corte da Selic sob Pressão Geopolítica

O mercado financeiro aguarda a decisão do Copom, que, apesar das incertezas causadas pelo conflito no Oriente Médio, ainda projeta um corte na taxa básica de juros. A Selic, atualmente em 15% ao ano, está em seu maior patamar desde julho de 2006.

– Reunião do Copom: Nesta quarta-feira (18).

– Taxa Selic atual: 15% ao ano, maior nível desde julho de 2006.

– Expectativa do mercado (Boletim Focus): Redução de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.

– Impacto da guerra: Antes do conflito, a expectativa era de um corte de 0,5 ponto percentual.

– Desfalque no Copom: Mandatos dos diretores Renato Gomes (Organização do Sistema Financeiro) e Paulo Pichetti (Política Econômica) expiraram, sem substitutos indicados.

O que isso muda na prática: Um corte na Selic, mesmo que menor, sinaliza um ambiente de crédito mais acessível para empresas e consumidores, podendo estimular investimentos e o consumo. Contudo, a cautela do Banco Central reflete a preocupação com a inflação importada pelo petróleo e a necessidade de manter a estabilidade econômica.

Inflação em Destaque: Preços de Educação e Metas do CMN

A análise da inflação é um pilar para a decisão do Copom. Dados recentes mostram uma aceleração da prévia oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), impactada por setores como a educação, enquanto as projeções de longo prazo são revisadas.

– IPCA-15 (prévia da inflação oficial): Acelerou para 0,7% em fevereiro.

– IPCA (12 meses): Recuou para 3,81%, pela primeira vez abaixo de 4% desde maio de 2024.

– Projeção de inflação (Boletim Focus para 2026): Elevada de 3,8% para 4,1% devido ao conflito no Oriente Médio.

– Meta de inflação (Conselho Monetário Nacional – CMN): 3% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual (entre 1,5% e 4,5%).

– Sistema de meta contínua: Em vigor desde janeiro de 2025, a meta é apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses.

O que isso muda na prática: A inflação impacta diretamente o poder de compra. Se a inflação futura preocupa o Banco Central, a tendência é manter os juros mais altos para frear o consumo e estabilizar os preços, protegendo o valor do seu dinheiro.

Entenda a Selic: Instrumento do BC para Controlar a Economia

A Taxa Selic é a principal ferramenta do Banco Central para gerenciar a inflação e a atividade econômica. Seu movimento afeta diretamente o custo do dinheiro e as decisões de investimento no país.

– Função da Selic: Referência para negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e para as demais taxas de juros da economia.

– Objetivo principal: Manter a inflação sob controle.

– Mecanismo de atuação: O Banco Central atua diariamente comprando e vendendo títulos públicos federais para manter a taxa de juros próxima do valor definido.

– Impacto do aumento: Encarece o crédito, estimula a poupança, desacelera a demanda aquecida e a economia.

– Impacto da redução: Barateia o crédito, incentiva a produção e o consumo, estimula a atividade econômica, mas pode afrouxar o controle da inflação.

O que isso muda na prática: As variações da Selic afetam diretamente seu bolso. Juros mais altos significam financiamentos mais caros e maior rentabilidade para algumas aplicações de renda fixa. Juros mais baixos tornam o crédito mais acessível para empréstimos e aquisições, mas podem reduzir o rendimento de algumas poupanças.

Tags: CopomEconomiaGuerraInflaçãoSelic
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